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Dia da Cultura mostra Juiz de Fora e o Brasil para o mundo

                                                                                                                                                             Por: Pedro Henrique Carpanês

Entre os dias 26 e 27 de agosto foi realizado em Juiz de Fora o Dia da Cultura. Em associação aos Jogos Pan-americanos Escolares , o evento teve o objetivo de divulgar a cultura brasileira para os participantes estrangeiros da competição.

Organizado pela Prefeitura Municipal de Juiz de Fora , através da Funalfa, a comemoração aproveitou o intercambio cultural feito pelos atletas dos 10 países competidores e o público, para mostrar o Brasil e principalmente Juiz de Fora para o mundo.

No dia 27, todos que participaram do Pan fizeram uma pausa e aproveitaram a programação do Dia da Cultura. Os que foram ao evento puderam ir ao cinema, passear no Parque do Museu Mariano Procópio com direito a show de chorinho e ir ao shopping conferir uma exposição de roupas ticas, fotos e poemas dos países participantes.  Na festa de encerramento do Dia da Cultura os estudantes aproveitaram um Grande Arraia Caipira no Sesc Campestre. A festa contou com apresentação da Quadrilha Trombone, que foi a vencedora do Concurso Quadrilhas da Cidade 2010, e com o show do Trio Só Forró. Além disso, as delegações puderem conhecer as comidas típicas e as brincadeiras realizadas durante as Festas de São João no Brasil.

Para a atleta juizforana Camila dos Santos, o Dia da Cultura serviu para conhecer um pouco melhor os competidores dos outros países, fora da tensão das quadras durante os jogos.

Sonota Camila dos Santos

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Festival Primeiro Plano 2010 tem inscrições abertas

Por Débora Lemos

As inscrições para o Primeiro Plano 2010 - Festival de Cinema de Juiz de Fora e Mercocidades – já estão abertas. O festival, que vai acontecer em Juiz de Fora entre os dias 25 a 30 de outubro de 2010, é de âmbito nacional e conta com oficinas, debates, mostras e sessões.

Um dos organizadores do evento, o professor da Faculdade de Comunicação Social da UFJF, Nilson Assunção Alvarenga, afirma que o festival “é o único no Brasil exclusivamente para diretores iniciantes e primeiros trabalhos”.

O slogan escolhido para este ano foi “Cine-imaginar”. O tema, que irá nortear a programação da nona edição do Festival, é o papel do cinema e da linguagem audiovisual na juventude atual. Para o professor, “a produção audiovisual está cada vez mais acessível. As pessoas passam a utilizar esses recursos tecnológicos no seu cotidiano e passam a se comunicar através dessa linguagem e desse produto”.

Professor Nilson Alvarenga acredita na importância do festival para a formação cultural de Juiz de Fora (foto por Débora Lemos)

Nilson ainda incentiva os diretores estreantes a mandarem suas produções. “É sempre legal ter a oportunidade de mostrar o seu trabalho. É uma forma de amadurecimento e isso leva a um aprendizado. Se for selecionado para nacional, regional ou não for, não importa. O que importa é que se passou por umprocesso que é cada vez mais rigoroso por causa da concorrência. Não faz sentido nenhum deixar um trabalho engavetado”. Os interessados em participar poderão se inscrever na Mostra Nacional ou Regional, destinada a trabalhos produzidos na Zona da Mata Mineira.

Os produtores poderão inscrever seus trabalhos gratuitamente no site oficial do evento. O prazo para inscrição na Mostra Nacional é até o dia 31 de agosto, e para a Mostra Regional, até o dia 17 de setembro.

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Dia de conscientização da Cardiopatia Congênita

por Anna Flávia Horta

Juiz de Fora encaminha Projeto de Lei para criação do Dia de Conscientização da doença

A fim de atentar a população para uma doença ainda pouco conhecida, a recém-criada “Associação de Apoio à Criança Cardiopata – Pequenos Corações” propôs a criação de um dia no calendário destinado à conscientização sobre a Cardiopatia Congênita. No dia 12 de junho foram realizadas várias manifestações pelo país, com o objetivo de chamar a atenção da sociedade para a importância de se institucionalizar a data como o Dia Nacional de Conscientização sobre a Cardiopatia Congênita.

AACC Pequenos Corações (Associação de Apoio à Criança Cardiopata Pequenos Corações)

Com isso, além das mães de crianças cardiopatas, vereadores de algumas cidades estão demonstrando seu apoio propondo a criação do dia a nível municipal. A Associação fica em São Paulo, onde se concentram a maioria das cirurgias, mas algumas cidades como São Paulo (SP), Cuiabá e Várzea Grande (MT) se mobilizaram para criar o dia em nível de município. Em Juiz de Fora, o projeto foi encaminhado pelo vereador presidente do Legislativo, Bruno Siqueira (PMDB). Segundo ele, a intenção é fazer a divulgação da data “para que as mães possam ter conhecimento desse problema, que pode acontecer com qualquer criança, e possa tomar as providências necessárias para que, se possível, a doença seja tratada”.

O que é a Cardiopatia Congênita?

A cardiopatia congênita ocorre por uma alteração no desenvolvimento de uma estrutura cardíaca normal. De acordo com o médico cardiologista Germano Magalhães, “essa falha está presente no nascimento, mesmo que a descoberta da doença seja muito mais tarde”. As alterações do fluxo sanguíneo que resultam dessa falha podem influenciar o desenvolvimento estrutural e funcional do restante do sistema circulatório. Existem casos que não alteram o tempo ou a qualidade de vida, mas nem sempre a vida fora do útero é possível. Entre essas duas possibilidades, as perspectivas de vida variam muito. O tratamento ideal para a doença é a correção do defeito através de cirurgia e Germano completa ainda que, em alguns casos, a cirurgia pode ser feita ainda na barriga da mãe.

Conscientização em Juiz de Fora

Em alguns países do hemisfério norte, como nos Estados Unidos, esta data já é institucionalizada e faz parte do calendário, porém no dia 14 de fevereiro, quando é comemorado o dia dia de São Valentim, dia dos namorados nesses países. “Como no dia dos namorados o maior símbolo é o coração, a escolha do dia 12 de junho é para aproveitar um momento em que a imagem do coração é muito divulgada no comércio e na mídia para divulgar a doença que é um problema do coração.”, explica Bruno Siqueira.

Com a criação do dia no município, a idéia é aumentar o conhecimento da população sobre as cardiopatias e os tratamentos. A intenção é que em todos os anos sejam desenvolvidas ações educativas para informar a população sobre a doença e as formas de tratamento. Para Germano, “é sempre muito importante que, sempre que possível, se chame a atenção para esse problema. A criação desse dia é importante na conscientização, mas o ideal seria que houvesse essa conscientização ao longo do ano,não apenas em um dia”.

A população não só de Juiz de Fora, mas do Brasil, só tem a ganhar com a criação desse dia. De acordo com o cardiologista Germano Magalhães, isso vai ser muito importante para que as pessoas saibam da existência da doença. Além disso, essa maior visibilidade da doença no país todo pode favorecer aqueles que lidam com a doença na família. O projeto de lei já foi encaminhado pelo vereador Bruno Siqueira e aguarda aprovação.

Ouça aqui o vereador Bruno Siqueira falando sobre o Projeto de Lei.

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Reurbanização de Juiz de Fora começa na próxima semana

por Anna Flávia Horta


As obras de reurbanização da área central de Juiz de Fora e serão iniciadas na próxima semana. O projeto para desenvolver a infra-estrutura do transporte em Juiz de Fora foi entregue pelo prefeito Custódio Mattos ao então governador de Minas, Aécio Neves, em setembro de 2009. Aécio Neves anunciou, antes de deixar o governo do Estado, a liberação de R$60 milhões para a realização de obras viárias e de infra-estrutura.

Esse projeto faz parte do Programa Nova Juiz de Fora e tem o objetivo de melhorar a infra-estrutura da cidade com investimentos nas quatro principais vias da cidade, que interam a área central, as avenidas Barão do Rio Branco, Andradas, Getúlio Vargas e Independência. Será realizada a reurbanização completa das avenidas Rio Branco, Andradas e Getúlio Vargas, e a Avenida Independência será repavimentada.

De acordo com a assessora da Secretaria de Obras, Cláudia Pires, o valor estimado para este conjunto de obras é de,42 milhões de reais. A intenção é melhorar as condições não só para quem dirige, mas também para os pedestres. “As mudanças são para tentar combater a sobrecarga no trânsito e a saturação das vias.”

Faixa de pedestres entre a Halfeld e a Rio Branco

Mudanças como a duplicação das pistas da Garganta do Dilermando, ampliação do número de faixas de circulação da Avenida dos Andradas e da Avenida Brasil, asfaltamento novo para toda a Avenida Independência, entre outras, estão previstas. Além disso, todas as travessias de pedestres vão ser elevadas e coloridas, como já existe na travessia da Rio Branco com a Halfeld.

Já a Avenida Getúlio Vargas, uma das vias que recebe maior número de usuários do transporte coletivo, será totalmente reformulada e é a protagonista da mudança mais ousada prevista no Projeto. A mudança que causará mais impacto visual será o fim da Praça do Riachuelo. Em seu lugar serão construídas quatro novas pistas e um calçadão, o Boulervard Riachuelo.

Júlio Sampaio vê o projeto de reurbanização com bons olhos

O professor de Arquitetura e Urbanismo, Júlio Sampaio, demonstra preocupação com a forma de escoamento do transporte coletivo, mas vê com bons olhos as mudanças propostas: “o ponto positivo é a organização do trânsito na cidade, porque aquele ponto ali é muito complicado. A quantidade de veículos e de linhas de ônibus que trafegam ali é muito grande”.  Ouça aqui.

Para o estudante Eduardo Talha, o fim da Praça do Riachuelo não deve significar muita mudança para os veículos. “Pela descrição do Projeto que li no site da Prefeitura, eu acho que vai melhorar mesmo só o fluxo de pedestres. Talvez até influencie o trânsito, mas acredito que muito pouco.”

De acordo com Cláudia Pires, as obras de reurbanização da cidade têm a previsão de duração de dois anos.

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Mascote dos jogos pan-americanos escolares já tem nome

Evento acontece entre os dias 23 e 30 de Agosto

Por Márcia Costanti

            O animal escolhido para representar os jogos pan-americanos escolares de Juiz de Fora foi uma capivara, que agora tem nome: Puã, que significa “redondo” em tupi-guarani.  A escolha foi feita através de votação popular e teve outros três concorrentes: Essaí, Capi e Jota. Alunos e funcionários das escolas municipais conheceram o mascote e tiveram a oportunidade de votar. Além disso, foi instalada uma urna no parque Halfeld e havia a possibilidade do voto on- line. Puã recebeu cerca de 45% dos quase 17 mil votos.

            A organização dos jogos pan-americanos escolares está em fase de acertos finais. A competição está marcada para o mês de Agosto, entre os dias 23 e 30. Segundo o secretário de esporte e lazer da Prefeitura de Juiz de Fora, Renato Miranda, o evento traz impactos significativos em diversos setores da cidade, por ser uma competição de grande porte. Ele ressalta que sediar um evento esportivo como este, além dos benefícios econômicos, eleva a auto-estima da população com a cidade. (Escute a declaração completa)

            Aruba, Bolívia, Chile, China, Colômbia, Guatemala, México, Paraguai e Porto Rico e República Dominicana vão participar dos jogos. Nos próximos dias, representantes das localidades vêm à Juiz de Fora com o objetivo de conhecer a cidade e a estrutura esportiva. O Brasil será representado por duas equipes: a Brasil A e a Brasil B. A primeira é constituída por todas as escolas do país que conseguirem se classificar e a Brasil B será formada por estudantes de escolas da cidade. A seletiva local já começou, primeiramente com o futebol de campo. Já a seletiva das demais modalidades será entre os dias 12 e 17 de Julho, quando acontece também a seletiva nacional.

            Os jogos devem acontecer no campus da UFJF e em algumas escolas da cidade, devem apoiar as equipes participantes oferecendo espaço para os treinos. Renato afirma que a expectativa para os jogos é muito grande: “Tivemos grande envolvimento da população com a escolha do mascote. Além disso, já recebemos mais de 500 inscrições para voluntários”. Quem se interessar em trabalhar como voluntário durante a competição, basta clicar aqui e preencher o formulário on-line até o dia 27 de Junho.

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Vôlei da UFJF se prepara para disputar Copa Rio

Trabalho do treinador e reforços podem fazer a diferença

Por Camila Carolina e Márcia Costanti

A equipe de vôlei da UFJF está na fase final de preparação para a Copa Rio. A estréia do time na competição ainda não tem data confirmada, mas deve acontecer já neste fim de semana. Por enquanto, apenas um nome foi confirmado como reforço para a equipe: o de Rodrigo Pereira, vindo do Caravaca, da Espanha. O treinador, Maurício Bara, aguarda ainda três outros nomes para compor o elenco.

Segundo Bara, a equipe está treinando desde fevereiro para a competição. Durante a preparação, foram realizados quatro amistosos contra a seleção brasileira militar. A seleção da UFJF venceu apenas uma das quatro disputas. O treinador explica que os amistosos melhoram as condições de jogo dos atletas: “Os jogos foram importantes para a equipe ganhar ritmo de jogo, além da possibilidade de jogar com um time forte. É fundamental para a nossa preparação”.

Apesar de considerar a equipe bem preparada fisicamente e taticamente para o torneio, Maurício afirma que será um grande desafio para o time. Ele ressalta a dificuldade em jogar com as equipes cariocas devido a grande oferta de atletas dos adversários.(ouça aqui)

O ponteiro da equipe Márcio Antoniazzi, o “Gaúcho”, destaca que “os amistosos foram importantes para que a equipe fosse se acostumando com o alto nível dos atletas que vamos enfrentar nas próximas competições. Acredito no trabalho do Maurício e na competência dos reforços que estão vindo para disputar de igual pra igual com os outros times”.

A Copa Rio é o desafio que deve aquecer o time de vôlei da UFJF para uma competição ainda maior: a Liga Nacional. “As duas competições são muito importantes, porém a Liga Nacional dá mais visibilidade e serve de acesso à SuperLiga”, comenta Gaúcho . Os dois primeiros classificados na Liga se classificam para a Super. A Liga ainda não tem uma data definida para início. Agora, resta aos torcedores aguardarem a divulgação dos últimos integrantes do time e torcer pela atuação da equipe nas competições.

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Internet na geração Z: conhecimento a mais ou desconhecimento?

Internet na Geração Z gera conhecimento ou desconhecimento?

Por Leonardo Civinelli e Marcella Campos


A cena é comum. Daniel Lima chega em casa todos os dias por volta das 12h30min. Além de praticar Judô, o adolescente de 13 anos é adepto da modalidade de ciclismo Downhill. Mas, ao chegar em casa, depois do almoço, não é a bicicleta que ele procura; é o seu computador, conectado a internet por uma banda larga de alta velocidade. A viagem pelos sites mais badalados do planeta (vídeos no youtube e jogos online) dura horas, só terminando antes da aula de inglês. Daniel não percebe, mas passou 3 horas em frente ao computador.

Alguns especialistas denominam que os nascidos na década de 1990 (já outros consideram de meados dos anos 80 a meados dos 90) constituem a chamada Geração Z; o fato é que esta geração tem algo em comum: são pessoas que nasceram imersas num mundo de tecnologia e globalização que tornou o acesso a informações muito mais dinâmico se comparado às gerações anteriores. Para elas, é normal a utilização da tecnologia e de recursos dos mais diversos, o que acelera o fluxo de aprendizado e exige um critério maior do usuário acerca de como deve utilizar seu tempo. Se em 1981 Bill Gates afirmou que 640 KB seria suficiente para uma pessoa usar a vida toda, a geração Z já cresceu acostumada a encher discos rígidos de mais de 300 GB, como no caso de Daniel. Toda esta realidade suscita uma discussão: o conteúdo que os adolescentes acessam na internet é de fato relevante para a formação profissional do mesmo?

Como reagir à geração Z? Como educar os filhos de modo que eles acessem a internet e busquem conteúdo relevante? Como evitar falhas na formação lingüística desta geração? Qual é o impacto destes aspectos no mercado? Os questionamentos são muitos. Quem nos ajuda a respondê-los é Adriana Bruna, mestre em Educação à distância. Para ela, “formar leitores é o grande desafio da Educação. Para formar leitores, você deve ser um leitor; temos um quadro na educação nacional em que não há uma grande quantidade de professores leitores. O outro ponto é que devemos compreender a realidade do aluno, que é um contexto midiático, repleto de games, e que para o ponto de vista dos adultos é caótico, porque você vê um jovem escutando seu Ipod, vendo televisão, com o Youtube aberto, e tudo ao mesmo tempo. E nós, adultos, temos dificuldades em entender este processo, pois os estudos ainda estão caminhando neste sentido”.

Daniel Lima, personagem inicial da reportagem, não se lembra do último livro que leu. “Acho que foi Percy Jackson, mas já tem um tempo” diz, referindo-se ao fenômeno da literatura infanto-juvenil que já vendeu milhões de cópias ao redor do mundo. Mas o adolescente tem consciência da importância da leitura: ”De tanto procurar sobre bicicletas e downhill, eu e meus amigos fizemos um blog e postamos sempre que possível alguma coisa pras outras pessoas verem, e pra escrever a gente tem que ler alguma coisa antes”, explica. A educadora Adriana Bruna comenta sobre uma possível disputa entre livros e internet: “A palavra de ordem do século XXI não é o “E”, mas sim o “Ou”. Não existe a questão de concorrência entre mídia impressa e digital; existem várias possibilidades e elas devem conviver. Fala-se de convergência das mídias, mas isso está além da simples integração de recursos. Entender que todas as mídias estão a serviço do conhecimento e das formas de aprendizado. E quem deve decidir o mais interessante é o usuário”, afirma.

Para avaliar o impacto da digitalização nas crianças, fizemos uma visita ao Centro Cultural Bernardo Mascarenhas, onde se localiza a Biblioteca Municipal Murilo Mendes, a maior da cidade de Juiz de Fora. Na seção infanto-juvenil, encontramos Marília Pedrosa, bibliotecária há 6 anos. Ela revela que são realizadas uma série de atividades lúdicas para incentivar a leitura: clube de leitura, que acontece às terças e quintas-feiras no local, além de atividades com crianças, envolvendo livros, gibis, informativos – leitura com as crianças ou discussão sobre um devido tema.

Em geral, a freqüência do setor é de 1200 leitores/mês. Só no mês de abril, houveram 332 empréstimos de livros infantis. E ela é categórica ao afirmar: “a leitura para diversão ainda continua. Os pais que trazem desde novos os filhos, fazem com que eles continuem vindo mesmo depois de adultos”. Logo na sala ao lado, a frequência no laboratório de internet também chama a atenção: são 600 usuários por mês, que tem o limite de uma hora de uso cada um.”Em geral, as crianças preferem fazer pesquisas pela internet, e procuram a biblioteca para livros de entretenimento.”

Não apenas para respeitar e compreender a formação desta nova fase da sociedade, mas também para moldá-la e conscientizá-la da importância da leitura de conteúdo relevante é uma responsabilidade dos educadores, como se vê a partir dos relatos. A capacitação dos responsáveis pelo ensino torna-se uma necessidade para que a era digital não gere desconhecimento ao invés de conhecimento.

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