Descoberta genética pode contribuir para o tratamento do Alzheimer

por Edson Munck Jr.

Três genes que podem ser determinantes do desenvolvimento do Alzheimer foram identificados por cientistas europeus. A descoberta foi publicada na revista Nature Genetics. Dois dos referidos genes foram reconhecidos por britânicos em um estudo que envolveu 16 mil amostras de DNA. Já o terceiro, CR1, foi encontrado pelos franceses.

O mapeamento genético contribui para estudar as causas das doenças

O mapeamento genético contribui para estudar as causas das doenças

A descoberta corresponde à primeira pista genética sobre a doença em 16 anos. Consequência direta do fato é o repensar do modo de desenvolvimento do Alzheimer. É possível que esse estudo genético abra caminho para novos tratamentos. Entretanto, falta ainda identificar o APOE4, gene relacionado à forma mais comum da doença.

Para o neurologista Carlos Henrique Pianta, a divulgação da descoberta dos pesquisadores europeus é um avanço para a medicina. Entretanto, “ainda demora até que remédios mais eficazes sejam desenvolvidos a partir desses novos estudos”.

O Mal de Alzheimer é uma doença degenerativa neurológica que se caracteriza por comprometer a memória e causar déficit na área cognitiva. Pianta diz que os primeiros sinais da enfermidade não são facilmente identificáveis, mas, de maneira geral, perda de memória recente, comportamento anti-social e sintomas de depressão podem ser interpretados como indícios do Alzheimer. “Leva-se de seis meses a um ano para se firmar o diagnóstico de Alzheimer em um paciente”, esclarece o médico.

Geralmente, a doença se manifesta em pessoas entre os 60 e 65 anos. Mas, de acordo com o neurologista, o Alzheimer, ainda que raramente, pode ocorrer mais cedo também. “Não há como prevenir a doença. O que se aconselha é desenvolver uma alimentação equilibrada, praticar atividades físicas e estimular a memória. É preciso balancear a ingestão de açúcar e sal e não aposentar a memória”, sugere.

Carlos Pianta chama a atenção para o aumento de casos de Alzheimer nos próximos anos. “A doença é uma calamidade pública. Estima-se que a presente geração apresentará índices recordes do Mal”. As razões para desenvolvimento de mais casos relacionam-se ao aumento da expectativa de vida, uma vez que o envelhecimento torna as pessoas mais suscetíveis à doença.

O dia 21 de setembro é o Dia Mundial do Alzheimer. Visite o site da Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz) para obter outras informações sobre a doença.

Três genes que podem ser determinantes do desenvolvimento do Alzheimer foram identificados por cientistas europeus. A descoberta foi publicada na revista Nature Genetics. Dois dos referidos genes foram reconhecidos por britânicos em um estudo que envolveu 16 mil amostras de DNA. Já o terceiro, CR1, foi encontrado pelos franceses.

A descoberta corresponde à primeira pista genética sobre a doença em 16 anos. Consequência direta do fato é o repensar do modo de desenvolvimento do Alzheimer. É possível que esse estudo genético abra caminho para novos tratamentos. Entretanto, falta ainda identificar o APOE4, gene relacionado à forma mais comum da doença.

Para o neurologista Carlos Henrique Pianta, a divulgação da descoberta dos pesquisadores europeus é um avanço para a medicina. Entretanto, “ainda demora até que remédios mais eficazes sejam desenvolvidos a partir desses novos estudos”.

O Mal de Alzheimer é uma doença degenerativa neurológica que se caracteriza por comprometer a memória e causar déficit na área cognitiva. Pianta diz que os primeiros sinais da enfermidade não são facilmente identificáveis, mas, de maneira geral, perda de memória recente, comportamento anti-social e sintomas de depressão podem ser interpretados como indícios do Alzheimer. “Leva-se de seis meses a um ano para se firmar o diagnóstico de Alzheimer em um paciente”, esclarece o médico.

Geralmente, a doença se manifesta em pessoas entre os 60 e 65 anos. Mas, de acordo com o neurologista, o Alzheimer, ainda que raramente, pode ocorrer mais cedo também. “Não há como prevenir a doença. O que se aconselha é desenvolver uma alimentação equilibrada, praticar atividades físicas e estimular a memória. É preciso balancear a ingestão de açúcar e sal e não aposentar a memória”, sugere.

Carlos Pianta chama a atenção para o aumento de casos de Alzheimer nos próximos anos. “A doença é uma calamidade pública. Estima-se que a presente geração apresentará índices recordes do Mal”. As razões para desenvolvimento de mais casos relacionam-se ao aumento da expectativa de vida, uma vez que o envelhecimento torna as pessoas mais suscetíveis à doença.

O dia 21 de setembro é o Dia Mundial do Alzheimer. Visite o site da Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz) para obter outras informações sobre a doença.

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