Músicos são homenageados no Fórum da Cultura

Por Anelise Polastri Ribeiro

Grupo tocando Maracatu

Grupo tocando Maracatu

O padre toca órgão, enquanto rege o coral. A orquestra parece expressar o sentimento da música ao manusear os instrumentos. O grupo de Maracatu traz as cores fortes da origem africana. Com a harmonia requerida pela boa música, o Museu de Cultura Popular do Fórum da Cultura vem homenagear aqueles que interpretam momentos pela produção de sons.

Chocalho cubano e tambor marroquino

Chocalho cubano e tambor marroquino

Por meio de 32 peças artesanais, os músicos estão representados em sua diversidade. Dos instrumentos de sopros aos de corda, do solo ao canto coral, da música medieval ao Bumba-meu-boi, cada representação carrega um traço diferenciado quanto à região e à época de origem. As obras são feitas de vários materiais, como cerâmica, madeira, couro, bambu, sementes e coco.

As peças brasileiras têm origem em Pernambuco, Minas Gerais e São Paulo. Além

músico com trajes medievais

Músico com trajes medievais

delas, há um trio de sopro trazido de Portugal, um chocalho de coco e madeira feito em Cuba e um tambor de madeira e couro de origem marroquina.

A exposição está aberta ao público até o dia 28 de novembro, de segunda à sexta, das 14h às 18h.

Acervo do Museu de Cultura Popular

O acervo do Museu de Cultura Popular teve início com a coleção de peças artesanais do professor Wilson de Lima Barros. Na década de 60, ao tornar-se difícil a manutenção das numerosas e delicadas obras, o professor doou-as ao centro de estudo sociológico da UFJF. A partir de então, o museu, originalmente chamado de Museu de Folclore, foi crescendo por meio de doações.  Na década de 80, o as obras foram transferidas para o Fórum da Cultura.

Segundo a técnica em acervo cultural, Franciane Lúcia, atualmente existem mais de 4000 peças no acervo, as quais possuem os mais variados temas. Dentre elas, estão presentes coleções de presépios, de imagens sacras, de brinquedos e de festa junina. As mostras são expostas ao longo de cada ano.  Ela diz que admira que existam pessoas que às vezes até compram peças, seja no Brasil  ou no exterior para doar ao acervo. “ A maior parte de nosso acervo é proveniente de doações”, ressalta.

A próxima exposição será a coleção de presépios e terá início no dia 2 de Dezembro. “Há presépios de todos os tipos que você possa imaginar, desde conchas e folhas de bananeiras até bolas de gude”, comenta a técnica.

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