Novos moradores em Juiz de Fora

por Lorena Molter

No início deste semestre, as aulas começaram na UFJF e Juiz de Fora recebeu 1793 novos alunos de outras cidades. Alguns estudantes vindos de diferentes municípios estão aprendendo a morar sozinhos e a se deslocar não só em Juiz de Fora, como também na universidade. A caloura do curso de Engenharia Civil, Juliana Vieira, conta que a maior dificuldade para ela, até o momento, é morar sozinha. Ela também descreve uma situação em que se perdeu no campus. “Eu estava querendo ir à reitoria e desci a rua que dá acesso à engenharia. No entanto, fui em direção à Faculdade de Educação Física. Liguei para o meu pai e ele me disse que era para eu andar no sentido contrário ao dos carros e, finalmente, eu encontrei o caminho certo.”

Materiais informativos para os calouros

O Diretório Central de Estudantes (DCE) da UFJF desenvolve um trabalho de recepção aos calouros no início de todos os semestres. A organização entrega manuais que contem o mapa da universidade, os horários dos ônibus que vão à UFJF, as siglas utilizadas no campus e os tipos de bolsa que a UFJF oferece. O material também apresenta informações sobre o Sistema Integrado de Gestão Acadêmica (SIGA) – sistema que abriga todos os sistemas informatizados da universidade -, o movimento estudantil e o funcionamento do Restaurante Universitário (RU).

A estudante do sétimo período da Faculdade de Letras, Milena Lepsch, fala sobre o subsídio que o material oferece. “O Manual do Calouro era o meio que eu utilizava para me informar sobre a universidade quando cheguei a Juiz de Fora.”

O boca a boca

 

As informações sobre a cidade e sobre a UFJF também são obtidas através do boca a boca. Alguns alunos novos costumam pedir informações a moradores do município sobre os ônibus que devem pegar ou as coordenadas para encontrar uma determinada rua. A estudante do sexto período de medicina, Uiara Ribeiro, conta que quando chegou à cidade encontrava os lugares que precisava ir a partir da ajuda dos juizforanos. Uiara também utilizou outro meio para conhecer as ruas de Juiz de Fora e alguns locais da universidade. “Encontrei uma amiga e fomos andar pelo campus para conhecer. Para não nos perdermos utilizamos o lago como referência. Quando queria andar pelo centro fazia o mesmo: saía andando e conhecendo os lugares.” 

Após alguns anos morando na cidade, Uiara fala que ainda se perde nas galerias ligadas à Rua Halfeld, “Às vezes, saio e não sei para que lado fica a Avenida Rio Branco!” Milena afirma que ainda tem dificuldades para ir a bairros mais distantes do centro e que conhece mais a parte central de Juiz de Fora. Juliana, a pesar do pouco tempo na cidade, conta que está mais fácil andar pelo campus e pela cidade. Ela afirma já conhecer os principais lugares que precisa ir. Aos poucos, todas vão conhecendo mais a cidade.

Anúncios

Deixe um comentário

Arquivado em Webjornalismo

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s