Obras do Restaurante Popular começam em maio

Por Luana Lazarini

A empresa Margem Construções e Comércio Ltda venceu a licitação realizada para a construção do Restaurante Popular de Juiz de Fora.  A empresa, localizada na região metropolitana de Belo Horizonte, apresentou proposta no valor de R$ 1.704.939. A licitação foi realizada na modalidade de concorrência pública, tipo menor preço. O orçamento prévio era de aproximadamente R$ 2 milhões.

As obras vão começar em maio e têm um prazo de oito meses para ficarem prontas, afirma o Secretário de Planejamento e Desenvolvimento Econômico, André  Zuchi. O Restaurante Popular vai funcionar na rua Halfeld, próximo à Praça da Estação. O refeitório vai ter capacidade para 320 lugares. A meta é de que até três mil refeições sejam servidas por dia.

A frente de defesa que luta pela construção do Restaurante Popular é formada pelo Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável (Consea), em Juiz de Fora. A presidente do Consea, Bettina Koyoro, afirma que vai acompanhar e fiscalizar a obra. Para ela é preciso também que haja uma discussão da prefeitura junto com o conselho para definir o modelo de gestão do restaurante e os preços das refeições.

De acordo com André Zuchi, o modelo de gestão, de operação (se vai ser terceirizado ou não) e a política de preço vão ser definidos até final de setembro. Logo após, a prefeitura vai apresentar as escolhas para as entidades para coletar sugestões.

O projeto Restaurante Popular foi aprovado pelo Governo Federal em dois mil e cinco quando garantiu uma verba de 2 milhões de reais para a construção. As obras foram iniciadas em dois mil e seis, mas desde junho de 2008 elas estão paradas quando, durante o governo de Alberto Bejani, a empresa que executava o serviço faliu. Foram investidos mais de 300 mil reais na obra.

Restaurante Popular

Os Restaurantes Populares são destinados a oferecer refeições saudáveis para a população por um preço reduzido. Os beneficiados são trabalhadores formais e informais de baixa renda, desempregados, estudantes, aposentados, moradores de rua e famílias em situação de risco de insegurança alimentar e nutricional. Os restaurantes são construídos preferencialmente em grandes centros urbanos de cidades com mais de 100 mil habitantes.

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