Empresários e clientes aderem ao comércio digital

por Mário Braga

No Brasil, é cada vez maior o número e os valores das vendas feitas através da internet. Grandes atacadistas mantêm portais que vendem os mais diversos produtos, desde material de papelaria a equipamentos eletrônicos de ponta e pacotes turísticos.

O blog Sobre Isso cita a Agência Estado para retratar o aumento das movimentações financeiras pela rede. No natal de 2009, 17 milhões de pessoas adquiriram produtos pela internet, o que representa um aumento de 30% em relação ao mesmo período de 2008. Mas esse fenômeno não é uma exclusividade de empresas que agem em âmbito nacional. Em Juiz de Fora, a Chico Rei, uma grife de camisas, não possui uma loja física e realiza a maior parte de suas vendas pela internet. Os clientes até podem ir ao estúdio adquirir um produto, mas são as transações virtuais que viabilizam a existência da marca.

Outro caso na cidade é o do sex shop Desfruty. O gerente Cléber Curzio Lucas revela que a maior parte das transações é feita através da internet. “Muitos clientes ficam com vergonha de vir à loja comprar. A internet oferece a privacidade que eles desejam”. Além desse motivo, a internet permite que Cléber venda produtos para qualquer lugar do Brasil. “Hoje em dia eu mando muitas mercadorias para São Paulo, Rio de Janeiro e também para o Nordeste”.

Rapidez, segurança e preço baixo são os motivos que levam o universitário Daniel Guimarães a realizar a maioria de suas compras pela rede. “Já comprei tênis, produtos de informática, equipamentos musicais e até suplementos alimentares”. Para Daniel, a falta de tempo explica a opção pelas compras virtuais. “Não tenho muito tempo disponível no horário comercial. Outra vantagem das lojas on-line é que elas ficam abertas 24h por dia”.

Essa nova opção para clientes e empresários só é possível graças aos avanços tecnológicos que conferem segurança às compras. Todos os dados do cartão de crédito ou as senhas bancárias são codificados antes de serem transmitidos. Mesmo que um hacker intercepte as informações, a codificação impede que os dados sejam utilizados para outros fins. Para não correr riscos, é importante verificar se o endereço virtual da loja tem o prefixo https ao invés do tradicional http, e se o navegador exibe um cadeado no canto inferior direito da página em que a transação é realizada.


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