Alunos da Facom produzem curta-metragem

Bomba d’água deve ficar pronto em agosto

Por Camila Carolina

A partir do dia 26, alunos da Faculdade de Comunicação Social da UFJF dão início a mais uma produção, o curta-metragem “Bomba d’água”. O filme, que terá a duração de 5 minutos, será produzido pelos alunos Nathália Carvalho, Eduardo Malvacini, Carolina Caniato, Solléria Rezende, Anderson Oliveira e Diego Casanovas. As gravações vão acontecer em um sítio no bairro São Pedro, em Juiz de Fora.

Idealizadores do curta. Da esq. para a dir.: Eduardo Malvacini, Carolina Caniato, Solléria Rezende, Anderson Oliveira e Nathália Carvalho

A idéia da produção do curta partiu de Eduardo e Carolina em dezembro do ano passado. O filme tem como enredo o conto homônimo “A Bomba D’Água” da escritora de 83 anos, Maria Thereza Pereira. O conto consiste na história de Alcides, um homem do campo que pretende instalar uma bomba d’água em sua casa a fim de oferecer um pouco mais de conforto à esposa. “Eu e o Dudu já estávamos pensando em gravar um curta, mas não tínhamos tema. Foi passando pelo site Recanto das Letras que descobrimos o conto e decidimos adaptá-lo e transformá-lo no roteiro do nosso filme”, conta Carolina Caniato. Ela e Eduardo já produziram outros dois curtas-metragens antes.

O filme, que começa a ser produzido no dia 26, estende seu período de gravações até os dias 3 e 4 de julho e deverá ser finalizado em agosto. De acordo com Carolina, “a intenção é ter o curta pronto a tempo de inscrevê-lo no Festival de Cinema Primeiro Plano, que acontece em outubro”. Além da equipe formada pelos seis alunos que trabalham atrás das câmeras, outras seis pessoas estarão envolvidas no projeto. No dia 5 de junho, os alunos iniciaram uma seleção para compor o elenco. No total serão seis personagens. Dois deles já foram selecionados Denner Xavier e Filipe Mostaro, que irão interpretar, respectivamente, as personagens de Jonas e do vendedor.

Com apenas um patrocínio, a equipe de “A Bomba D’Água” ainda espera o apoio da UFJF. “A organização é nossa, o roteiro, os equipamentos e a força de vontade. O que nos falta mesmo é o reconhecimento e o apoio de entidades culturais”, desabafa a produtora do curta Solléria Rezende.

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