Arquivo do mês: outubro 2010

O novo lugar do músico

Por Lucilia Bortone e Thiago Menini

Hoje com o fácil acesso às tecnologias de produção musical – não só através de programas de instrumentos virtuais, mas também com a parte física de um homestudio –, o lugar do músico alterou um pouco. Antes os artistas ficavam presos às grandes gravadoras e distribuidoras para a promoção de seu trabalho, hoje isso é feito em casa e através da internet.

Para o professor de teoria musical, Daniel Quaranta, as tecnologias digitais são o futuro da música, “mas não vão deixar de existir as orquestras e os solistas. Agora é cada uma na sua, não se deve ter medo da tecnologia”. (Ouça)

A música e o cinema

É quase impossível imaginar alguma produção cinematográfica sem uma trilha sonora. A trilha que acompanha o filme, também o constrói. A música é uma ferramenta narrativa de grande importância nas produções, ajuda a potencializar atmosferas que a imagem sozinha não sustentaria. São vários os filmes que ficaram marcados na história do cinema através de suas trilhas sonoras – Tubarão e Psicose, por exemplo.

Com a evolução da tecnologia, as orquestras, que antes acompanhavam a exibição das películas e executavam seus acordes, migraram para os estúdios de gravação. Os homestudios e a internet facilitaram a produção audiovisual e a gravação das trilhas sonoras. O que antes era feito por uma orquestra em um grande estúdio é possível ser realizado por apenas uma pessoa e um computador.

Para o professor de Introdução ao Cinema, Nilson Alvarenga, essa nova maneira de se produzir uma trilha sonora não afeta a linguagem cinematográfica. “Em termos de linguagem, as funções são parecidas ainda. Mesmo que eu prescinda de uma orquestra inteira gravando uma trilha sonora, eu vou ter uma pessoa fazendo isso. No fundo ela está preocupada com a mesma questão: dar um tom emotivo ao filme nos momentos certos, nos lugares certos”, analisa. (Ouça)

Em termos produtivos, Nilson acredita que o ponto negativo seja mais uma questão econômica do que de estética ou de linguagem. Para os novos cineastas, por exemplo, é algo positivo.  O cineasta iniciante vai à casa de um amigo que grava para ele. Aquele diretor não precisa de muito dinheiro nem precisa mobilizar um grande número de músicos para gravar a trilha de seu filme. “Nesse sentido é uma vantagem para o pequeno cineasta, o cineasta iniciante com pouco orçamento”, completa Nilson.

Confira alguns filmes que foram gravados com VSTis ou possuem tratamentos de estúdio VSTs

Angels e Demons main theme

The Dark Night main theme

Parte 1 – Os sons virtuais

Parte 2 – Qual você prefere, original ou VSTi?

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O que é Virtual Studio Technology?

Por Lucilia Bortone e Thiago Menini

O nome VST foi criado pela empresa Steinberg, e são os programas de efeitos que podem ser controlados em tempo real como reverbs, delays entre outros, não sendo necessariamente um instrumento de síntese sonora.

Já os VSTis são os programas que simulam instrumentos, seja a partir de uma programação computacional sintetizada, ou pela amostra de sons de instrumentos reais gravados (os samples) e posteriormente organizados em forma de um programa de computador. Confira como foi feito um VSTi de bateria a partir de amostras sonoras de instrumentos reais.

Informações mais detalhadas você encontra no trabalho monográfico do aluno Rogério Rosendo Lopes da Faculdade Anhangera em Belo Horizonte e no artigo de Sergio Izecksohn.

Qual você prefere, original ou VSTi?

Em 1934 o inventor e engenheiro Laurens Hammond criou o órgão eletro-mecânico Hammond. Este órgão começou sendo vendido para as igrejas como uma alternativa aos órgãos de tubo e posteriormente passou a ser usado por músicos de jazz, blues e nos anos 70 pelos roqueiros. A empresa alemã Native Instruments criou um VSTi para simular o órgão original. Este software chama-se B4 II.

Compare o som de um órgão original e do sintetizado por programação de computador.

Outro deles é o sintetizador Minimoog, criado por Robert Moog, um engenheiro que trabalha na área de síntese na década de 70. O seu similar criado por computação é fabricado pela empresa francesa Arturia e possui o nome de Minimoog V. Assista ao vídeo e veja a diferença do som do real e do computadorizado.

Confira algumas peças sinfônicas produzidas com VSTis. Todas estas peças não necessitaram de um músico sequer para realizar a gravação.

Parte 1 – Os sons virtuais

Parte 3 – O novo lugar do músico

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Os sons virtuais

Por Lucilia Bortone e Thiago Menini

As artes sempre estiveram ligadas às tecnologias. Desde a Segunda Revolução Industrial, com o surgimento dos primeiros aparelhos eletrônicos, essa relação se consolidou. Os recursos alteraram a linguagem, a estética e a própria ordem da arte em si. Primeiro foram os microfones que surgiram como componente indispensável para a existência dos telefones no final do século XIX. Depois, já no século XX, em meados dos anos 20 foram os alto-falantes. Na década de 30, Les Paul, criou a primeira guitarra elétrica e Laurens Hammond o órgão elétrico Hammond.

Esses instrumentos passaram a incorporar e a desenvolver novas linguagens, por exemplo, para o Jazz e o Blues. Nos anos 60 foi a vez dos sintetizadores que passaram a integrar o repertório de sons de conjuntos famosos como Emerson Lake e Palmer e Pink Floyd. Os famosos Moogs despertaram a idéia de uma música mais virtual, já que a síntese sonora proporcionou o poder dos músicos criarem sons que antes não eram encontrados na natureza.

Entretanto, a mais nova integração entre tecnologia e música acontece no campo da computação. Desde a década de 60 com os primeiros sintetizadores, os instrumentos passaram a integrar ao conceito do uso de programação e softwares dentro de um instrumento musical. Hoje a tecnologia musical permite criar músicas sem a necessidade de ser gravada por vários músicos assim como também afinar a voz de um cantor. Para o professor de teoria musical da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Daniel Quaranta, “o conceito de tecnologia existe desde que existe música. Pensar a tecnologia é pensar de maneira ampla”.

Estes efeitos e instrumentos conhecidos como VSTs (Virtual Studio Technology) e os VSTis (Virtual Studio Instrument Technology) alteraram a forma de se produzir música. Se há alguns anos era difícil ter um homestudio, hoje é possível ter uma orquestra em casa e até criar trilhas sonoras para filmes.

Tecnologia faz bem?

Dentro do meio musical ainda há muita resistência por parte de alguns músicos com relação ao uso das novas tecnologias, principalmente nos casos onde substituem o trabalho de vários músicos.

Para o professor de flauta transversa e coordenador do curso de Música da UFJF, Bruno Coimbra, compartilha da opinião de que a tecnologia em música deve ajudar os músicos e não eliminar a sua necessidade. “Gosto das tecnologias que auxiliam o meu trabalho e não das que o anulam, provocando problemas no mercado de trabalho”. Bruno ainda complementa, que “você pode pegar uma gravação com flauta e quando vê não foi um flautista que gravou”. (Veja no YouTube).

Para o músico e baixista da banda DeLorean, Pedro Brício, o uso das tecnologias é positivo quando vem para somar ao trabalho. “A tecnologia já está presente nas músicas há tantos anos, que não acho que o futuro da música esteja apenas na tecnologia. Ela vem pra somar, auxiliar. Mas substituir, nunca”. Pedro acredita que a música não deve ficar dependente da tecnologia. “A tecnologia não pode virar o foco principal, senão acaba ficando muito artificial. Existem muitos instrumentos virtuais de altíssima qualidade, mas mesmo assim, uma boa bateria bem gravada ou um piano de calda bem gravados, por exemplo, continuam sendo melhores se forem gravados de verdade”.

O baixista da DeLorean apóia o uso moderado de programas que imitam o som de instrumentos em casos específicos como o de bandas que estão no início de carreira e não possuem recursos financeiros para bancar as horas em estúdio e músicos. “Os afinadores de voz são sempre bem vindos, mas com moderação. Na DeLorean usamos alguns instrumentos virtuais, mas apenas para simular instrumentos reais. Esse negócio de sintetizadores, que estão na moda entre algumas bandas brasileiras, não é a nossa praia. Essa onda já passou”, disse.

O professor de teoria musical da UFJF, Daniel Quaranta, possui uma opinião parecida. Ele diz que “a tecnologia só vem a contribuir, esse pensamento que a tecnologia substituirá o músico é um pensamento próximo daquele em que o piano substituiria o cravo, mas o que aconteceu é que peças foram produzidas para instrumentos diferentes”. Daniel completa, “que se eu não consigo pagar um oboísta, pois o cachê seria alto, e se eu sei usar a tecnologia, ela só vem a facilitar a minha criação”. (Ouça).

Parte 2 – Qual você prefere, original ou VSTi?

Parte 3 – O novo lugar do músico

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ESPECIAL: A febre dos concursos públicos

Buscando estabilidade e bons salários, cada vez mais pessoas disputam vagas no serviço público; em Juiz de Fora, cursinhos preparatórios estão lotados

Por Mariana do Amaral Antunes e Thais Pires

Para William Douglas, o 'guru' dos concursos públicos: "Você não faz para passar, mas faz até passar"

Sabe aquele famoso “QI”, o “quem indica” conhecido dos brasileiros? Antes da Constituição Federal de 1988, a entrada no serviço público era feita dessa forma, sem concursos, por meio de indicação. No início da década de 1990, porém, essa regalia para poucos começava a chegar ao fim. O acesso aos cargos públicos passou a exigir que a pessoa passasse por processos seletivos, que hoje – vinte anos depois -, estão cada vez mais rigorosos e concorridos.


Segundo um levantamento da Associação Nacional de Proteção e Apoio aos Concursos (Anpac), entre os anos de 2003 e 2009, houve um crescimento de 26% no números de funcionários somente no executivo federal. O recrutamento através dos concursos permitiu um aumento de 57 mil servidores neste período.

E não é só na esfera federal que acontece o aumento: visando atuar dentro da lei e fazer do recrutamento um processo justo, empresas e entidades públicas vêm aderindo aos processos seletivos e abrindo vagas nos mais variados setores de atuação.

Acompanhando esse ritmo, é cada vez maior o número de pessoas que enfrentam uma maratona de estudos em busca do tão sonhado emprego público, sinônimo de estabilidade, bons salários e curta jornada de trabalho com relação à iniciativa privada.

Em Juiz de Fora não é diferente. A quantidade dos chamados “concurseiros” só aumenta, e também a procura por cursinhos preparatórios, que aproveitam a boa fase para faturar.  Atualmente na cidade são quinze que oferecem preparação para concursos. As salas estão repletas de candidatos, que investem tempo e dinheiro em busca de uma aprovação.
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As várias faces do DJ

Por Isabel Miranda e Luíza Medeiros


Luzes, performances, tecnologia e música. A união desses elementos transformou a profissão do Disc Jockey, ou DJ, da atualidade. A profissão que inicialmente era muito difícil e cara no Brasil, hoje é muito mais acessível e inovadora.

Enquanto a Era Disco, na década de 70, agitava os clubes em outros países, aqui no Brasil os DJs tinham pouquíssimo espaço nas rádios e dificuldades para se atualizar. Comprar a sua principal ferramenta de trabalho, os vinis, dependia de viagens ao exterior. Muitas vezes, isso fazia com que os profissionais brasileiros ficassem desatualizados.

O iPhone DJ Mixer mixa músicas de aparelhos ligados simultaneamente.

Atualmente, o acesso a música, através de CDs e, principalmente, da internet, além da facilidade em ter contato com equipamentos e programas de mixagem, fazem com que a profissão se popularize. Diante disso, tem surgido uma avalanche de novos DJs fazendo com que seja cada vez mais importante ter um diferencial para se destacar no mercado.

Segundo o DJ residente da casa noturna de Juiz de Fora, Privilège, DJ Eve, a necessidade de diferenciação na área é fundamental para evitar a banalização da profissão. Confira a entrevista com o  Eve.

(Leia mais sobre a história do DJ e as inovações da atualidade)

É show!

Fugir do lugar-comum é também uma preocupação do DJ Moa, que divide o comando da pista nas noites da Privilège com o DJ Eve. Formado em artes cênicas e jornalismo, ele conta que hoje o DJ busca ser um artista. Atuar e criar personagens é uma alternativa. Escute o que Moa tem a dizer.

Com o surgimento das raves a imagem do DJ mudou. Agora, eles fazem tours pelo mundo, se associam às marcas e são aguardados por milhares de pessoas. As apresentações viraram verdadeiros shows.

Antes da apresentação, Gustavo Bravetti testa todos os instrumentos de sua mesa de som. (foto: Isabel Miranda)

Um dos grandes talentos na cena eletrônica atual é o uruguaio, Gustavo Bravetti. Pioneiro na arte do “Live Music Performance” seu trabalho ganhou reconhecimento no mundo inteiro. O artista constrói seu próprio software para produção musical. Gustavo utiliza-se das mais diversas formas para interagir com a música e com o público.

A tecnologia utilizada por Bravetti vai desde os “multi pad surfaces” (bateria eletrônica) e sensores de posição wireless, até luvas de realidade virtual e leds cujos movimentos no ar são utilizados para manipular a música.

Em uma esperada apresentação em Juiz de Fora, Bravetti conta sobre sua carreira e sobre a importância das novas tecnologias para o futuro da profissão. Acompanhe a apresentação e a entrevista de Gustavo Bravetti.

Tecnologia e arte. Essa mistura, segundo DJ Moa, é o segredo para o sucesso de Gustavo Bravetti. De acordo com ele, a Mese-en-scène é um atributo importantíssimo para a diferenciação do profissional. Confira o depoimento de Moa.

DJ Morango , renomado no cenário do funk de Juiz de Fora também acredita que Gustavo Bravetti é referência quando se pensa no futuro da profissão. Morango fala sobre suas experiências e ressalta que a interação com o público é fundamental para se destacar na área. Veja a entrevista.

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As novidades no universo dos DJs

Por Isabel Miranda e Luíza Medeiros

Com a necessidade de diferenciação e todas as possibilidades oferecidas pela tecnologia, o que não faltam são Djs inovadores e que transformam seus Lives em verdadeiros shows. Mistura de estilos musicais, interação com o público e abuso de recursos visuais são elementos cada vez mais presentes nessas apresentações.

O renomado Fatboy slim é um dos que não abrem mão dos telões em suas apresentações

O DJ canadense Richie Hawtin encontrou uma forma de postar automaticamente no twitter o nome de todas as músicas que toca durante seu show. Ele também foi o responsável por desenvolver um aplicativo para Iphone com o qual o público pode interagir.

Outro exemplo de interatividade é o francês Joachim Garraud, produtor francês que mistura cenas de filmes virais da internet e trechos de DVDs de shows clássicos com a batida eletrônica. Grandes nomes como o holandês Tiesto e o britânico Fatboy Slim, também usam telões como elementos fundamentais em suas apresentações.          

Quando se fala em mistura musical, um nome que está ganhando espaço no Brasil é o Crossover. O grupo se destaca por trabalhar com a junção de dois estilos: música clássica e eletrônica. 

Como tudo começou

Uma van com caixas de som embutidas que tocavam músicas de fundo em eventos esportivos nas escolas de Boston nos Estados Unidos. Esse foi o pontapé inicial para o que hoje se tornou uma atividade profissional cada vez mais valorizada no cenário musical.

Ron Giggins ao lado daquela que foi a primeira cabine de DJ, a Diggola

A ideia surgiu em 1947 de um engenheiro de rádio chamado Ron Giggins. Com o sucesso, ele passou a tocar também em festas e montou um equipamento com luzinhas piscantes e dois toca-discos: a Diggola. O repertório? Valsa e dança de salão.

Na década de 50, os jamaicanos criaram os sound systems, ou seja, caminhões com geradores, enormes caixas de som e toca-discos que eram levados para as ruas e animavam as festas.

Vinte anos depois foram lançados os toca-discos com alta qualidade e surgiram as discotecas. A Era Disco estava começando e, pela primeira vez, a figura dos DJs residentes dos clubes começavam a aparecer.

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Semana Nacional do Trânsito tem resultado positivo em Juiz de Fora

Por Débora Lemos e Gabriela de Carvalho

Semana Nacional do Trânsito contou com atividades diversas durante os dias 20 e 26 de setembro. (Foto por Débora Lemos e Gabriela de Carvalho)

Dos dias 20 a 26 de setembro comemorou-se em todo o país a Semana Nacional do Trânsito, um evento organizado pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), com o objetivo de promover discussões e reflexões acerca dos perigos e precauções contra acidentes.

Este ano o tema escolhido para a semana foi Cinto de segurança e Cadeirinha. Em Juiz de Fora diversas atividades foram programadas para conscientizar a população, como blitz educativas, motoceatas e passeios ciclísticos.

O coordenador das atividades Bairros de Lazer, Wellinson Valverde acredita que através das atividades desenvolvidas no Parque Halfeld durante a Semana foi possível atrair um grande público e ajudar a cumprir o objetivo da Secretaria de Transporte e Trânsito, Settra.


A grande novidade da Semana Nacional de Trânsito em Juiz de Fora foi o táxi adaptado para cadeirantes.Mesmo o tema sendo Cinto de Segurança e Trânsito, o veículo à mostra no Parque Halfeld atraiu a atenção de quem passava e principalmente dos mais interessados: os taxistas e os cadeirantes.

Saiba mais sobre o Taxi Adaptado.

O desafio deste ano foi universalizar a adesão ao cinto de segurança por todos os passageiros do veículo. Com isso, inclui-se também a cadeirinha para as crianças que devem viajar na parte traseira dos automóveis. O objetivo é a maior conscientização sobre estes dois dispositivos de segurança, para a redução de mortes e lesões no trânsito.

Segundo a assessora técnica setorial da Settra, Ana Beatriz Chaves, Juiz de Fora optou por uma programação direcionada à públicos específicos com diversos subtemas. Na segunda-feira dia 20 a programação foi direcionada aos profissionais do trânsito como motoristas do transporte coletivo e táxis, no segundo dia aos portadores de deficiência física, no terceiro aos idosos, no quarto dia a programação foi voltada para as crianças, e no último dia, sexta-feira, o subtema tratado foi o meio ambiente.

Ouça o que Ana Beatriz diz sobre o tema da Semana aqui.

Ainda de acordo com Ana Beatriz, a repercussão da Semana superou as expectativas. A participação da população foi grande, as atividades realizadas durante a Semana tiverem grande adesão e a Settra conseguiu passar a mensagem  pois a participação da população foi além do esperado.

Ouça o que ana Beatriz dia sobre o balanço da Semana.

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