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Grafite e pichação: painéis urbanos a céu aberto

Por Renata Delage

A arte de Osgemeos estampa os grandes centros do país.

Em muros e painéis da praça São Mateus, nas Avenida Brasil e Independência, no Bairro Santa Luzia, assim como em vários outros bairros da cidade, é possível notar a marca de jovens que fazem do grafite um estilo de vida. Desenhos e letras com contornos em tons fortes e vibrantes, que atraem o olhar, são cada vez mais comuns nas ruas de Juiz de Fora. Mas afinal, qual seria a diferença entre grafite e pichação? Entre arte e vandalismo?

Para alguns, o grafite é considerado uma arte urbana, em que o artista aproveita os espaços públicos para criar uma linguagem intencional que procura interferir na paisagem. Já a pichação, é vista como vandalismo, contravenção. Os artistas do grafite mais importantes do Brasil e que alcançaram fama internacional, conhecidos como Osgemeos, admitem ter um passado de pichadores.

Para o escritor de grafite, Geysler Rodrigues, a diferenciação entre os termos depende da percepção de cada um. Segundo ele, em Juiz de Fora é praticamente impossível separar o grafiteiros dos pichadores. “A gente pinta muito sem autorização. A gente vê um muro abandonado e produz um grafite”, diz. Segundo ele, a aceitação da maioria das pessoas é muito boa. “ Os vizinhos elogiam, dizem que fica bonito”, relata.

Geysler (ou Scene II, conforme assinatura nos painéis), Alexandre Gangsta e Léo Matos assianam o grafite em um muro no bairro Benfica.

“Os meus painéis mais bonitos, mais trabalhados, foram feitos sem permissão”, admite.” A  gente não faz nada escondido. Chega durante o dia, em plena Avenida Rio Branco, e começa a produzir o painel”. Para ele, no Brasil o grafite é muito aceito como arte, e isso facilita a produção.

Segundo Geysler, em Juiz de Fora nem a polícia costuma impedir o ato, considerado ilegal. Ele admite que, como vários outros jovens, deixa a assinatura, chamados por eles por tags, em prédios particulares, em igrejas e em locais proibidos. “Na cidade não é comum a depredação do patrimônio público pela pichação. Não pichamos os monumentos históricos e artísticos. Pessoalmente, não picharia a porta de uma escola ou hotel. O que a maioria busca fazer, é contribuir para embelezar a cidade, não poluir”, explica.

O jovem conta que alguns colegas foram pegos pela polícia uma vez, durante a madrugada, e passaram algumas horas na cadeia. “E foi só. Nada mais aconteceu. E comigo nunca aconteceu nada”, relata.

No Brasil, a pichação é considerada vandalismo e crime ambiental de acordo com a Lei 9.605/98 (Lei dos Crimes Ambientais), e a pena é detenção, de três meses a um ano, e multa. Se o ato for realizado em monumento tombado em virtude do seu valor artístico, arqueológico ou histórico, a pena aumenta para de seis meses a um ano de detenção, e multa. E, segundo a Polícia Militar, quem é pego pichando prédios públicos é detido e responde a processo, mas não há levantamentos sobre o número de incidentes na cidade.

Nos grandes centros, como Rio de Janeiro e São Paulo existem muitos estilos de pintura urbana, que variam do considerado grafite ao visto como pichação, e que é estudado no mundo inteiro. “Em Juiz de Fora não temos ainda esse tipo de coisa”, acredita Geysler, “mas no Brasil o grafite só cresce e sua manifestação vem sendo cada vez mais experimental, diferente de tudo que já aconteceu”, finaliza. (Ouça a entrevista com Geysler Rodrigues).

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Cia. de Atores Academia celebra 30 anos com a vinda de Pedro Bandeira

Por Renata Delage

Trinta anos de trabalho ininterruptos, levando arte e alegria através do teatro para o público de Juiz de Fora e região. Para comemorar a data especial, a Cia. de Atores Academia retorna aos palcos com o espetáculo infantil de maior sucesso do elenco, o musical Vô Candinho e seus Bonecos. A história narrada é a de um velhinho muito divertido, que através de magia e bondade dá vida a uma trupe de bonecos.

O espetáculo levou os prêmios de melhores figurino, cenário e iluminação e melhore espetáculo infantil pelo júri popular no II Festival Nacional de Teatro de Juiz de Fora (2008).

O texto da peça foi escrito, especialmente para o grupo, pelo consagrado escritor Pedro Bandeira. Bandeira alcançou a marca de mais de vinte milhões de exemplares vendidos, tornando-se o autor de literatuta infanto-juvenil mais vendido no Brasil. Publicou setenta e sete livros e criou personagens que encantaram jovens leitores. Alguns dos títulos mais famosos são os livros da série Os Karas, A marca de uma lágrima, Agora estou sozinha…, A hora da verdade e Prova de Fogo.

Após dez anos de encenação do espetáculo, o grupo juizforano terá a oportunidade de se apresentar para o autor. A visita de Pedro Bandeira a Juiz de Fora faz parte das comemorações de trinta anos do grupo e está marcada para esse sábado, dia 18.

“É muito importante para a cidade e para os artistas locais o prestígio de um escritor com uma história tão rica na arte”, declara o educador e ator da Cia. de Atores Academia, Ronan Lobo. Para ele, a vinda de Bandeira é, sem dúvida, um incentivo à produção teatral da cidade.

Como preparador vocal do elenco, Ronan destaca a música como um ponto forte na trajetória da Cia. “Trabalhar com a musicalidade é um fator histórico no grupo. Demonstra a preocupação com o ator completo e que não só interpreta, mas também canta e se preocupa com a qualidade da voz”, ressalta. O ator também dá vida ao protagonista Vô Candinho e, para ele, “esse é o personagem pelo qual possui mais carinho”. (Ouça a entrevista com Ronan Lobo).

Pedro Bandeira - Foto Editora Moderna

O ator Henrique Alves também faz parte da trupe. “A sinceridade é uma característica muito forte do público infantil. Se a criança não gosta da peça ela não disfarça, fica inquieta na cadeira”, explica. Por isso, o ator ressalta a responsabilidade de atuar em espetáculos infantis. “Precisamos agradar não somente às crianças, mas também aos pais, para que eles confiem no nosso trabalho”, diz. (Ouça a entrevista com Henrique Alves).

Vô Candinho e seus Bonecos fica em cartaz até o dia  26 de setembro, aos sábados e domingos, às 18h, no Teatro Academia. O Teatro fica no Colégio Cristo Redentor Academia de Comércio, Rua Halfeld, 1179, Centro. Outras informações e e ingressos antecipados podem ser obtidos pelo telefone 2102-7733.

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De malas prontas…

                                                                                                                                                                                                             Por Renata Delage

O domínio de um segundo idioma é cada vez mais exigido no mercado de trabalho. Esse é um dos vários motivos pelos quais todos os anos diversos jovens viajam ao exterior à procura de novas experiências. Seja para estudar, trabalhar ou simplesmente vivenciar o dia-a-dia de um outro país, o intercâmbio vem sendo uma ótima alternativa para aliar o crescimento pessoal à aprendizagem de uma língua estrangeira.

“Decidi fazer intercâmbio pelo fato de eu adorar o Canadá. Sempre procurei por fotos, pela história, pelas cidades”, relembra o estudante universitário Rafael Garoni. Rafael morou no Canadá durante nove meses e teve a oportunidade de estudar e trabalhar.

Rafael (direita) estava em Vancouver, Canadá, durante a última edição dos jogos Olímpicos de Inverno

Segundo a consultora da IE Intercâmbios, Giulliana Temponi, as viagens para os Estados Unidos são as mais procuradas. “Os programas de trabalho, como o Work Experience, são os mais vendidos no Brasil atualmente”, afirma. Diferentes atividades podem ser exercidas, como trabalhar como garçons, recepcionistas, camareiros, entre diversas outras vagas. O posicionamento no trabalho varia de acordo com o nível de inglês do estudante e, normalmente, os jovens são selecionados através de entrevistas em feiras de empregos.

A universitária Lívia Sales trabalhou como babá durante um ano na França. “Conhecer outras culturas é uma coisa que sempre me atraiu muito”, diz. “Vivi realmente como os franceses e isso me enriqueceu”, avalia a estudante. “A língua é mais do que um simples código. Assim, para realmente saber um idioma é preciso conhecer a sua linguagem. E, isso pressupõe interação, imersão, mergulho cultural. Então, intercâmbio é essencial”, conclui.

Aprimorando competências

A AIESEC, organização que trabalha com desenvolvimento de competências, possibilita aos seus associados a oportunidade de realizar intercâmbios. O acompanhamento visando o crescimento pessoal e profissional dos membros da AIESEC diferenciam os programas da organização, que não apenas envia brasileiros ao exterior, mas também recebe estudantes de várias partes do mundo. “A AIESEC está em 110 países”, diz o diretor de relações internacionais Thiago Gabri. “Sempre existem pessoas interessadas em visitar países diferentes, como por exemplo o Afeganistão. E isso é possível pois estamos nos cinco continentes”, explica.

O trabalho voluntário também é uma ótima oportunidade para quem deseja vivenciar novas experiências e é um dos tipos de intercâmbio oferecidos pela AISEC. “Os principais programas voluntários estão ligados à educação cultural ou aos principais problemas globais, como questões ambientais e de saúde. E grandes empresas hoje buscam pessoas que já fizeram trabalho voluntário, assim como as que possuem experiência no exterior. Você une duas qualidades dessa forma”, argumenta Thiago. (Ouça a entrevista completa de Thiago Gabri).

Lívia fez questão de registrar a visita aos pontos turísticos mais procurados de Paris, França.

Como lidar com o choque cultural?

São muitas as dificuldades enfrentadas pelos jovens no exterior. O choque cultural e a saudade da família e dos amigos são desafios para os que buscam morar em outros países. “Quando desligava o telefone depois de falar com a minha mãe dava um aperto mesmo. E eu pensava ‘O que estou fazendo aqui?’”, conta Rafael Garoni. Para Lívia Sales, a saudade também foi o maior obstáculo. “Fiquei um ano fora. Isso quer dizer que passei o meu aniversário, o da minha mãe e dos meus parentes e amigos fora. Era muito estranho falar com o Brasil e ouvir aquela gritaria de festa”, lembra.

A consultora Giulliana Temponi dá a dica para quem deseja se aventurar por terras estrangeiras:::“Ir com a cabeça bem aberta aos desafios, ser receptivo com as novidades lá de fora e procurar aproveitar ao máximo pois é uma experiência inesquecível”. (Ouça a entrevista completa de Giulliana Temponi).

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Vegetais verdes e folhosos podem ajudar na prevenção do diabetes tipo 2

Por Renata Delage

Um estudo publicado pelo British Medical Journal (BMJ) revelou que consumir mais vegetais verdes e folhosos, como o espinafre, pode reduzir o risco de se desenvolver diabetes do tipo 2. O estudo, chefiado pelo pesquisador Patrice Carter, da Universidade de Leicester, na Inglaterra, revisou seis estudos feitos com 200 mil pessoas e constatou que comer uma porção extra de vegetais pode reduzir em 14% o risco de ser acometido por tal tipo de diabetes.

Segundo a endocrinologista e professora de Medicina da UFJF, Mônica Barros Costa, o estudo só retoma o que já vem sendo constatado há muitos anos. “A diabetes está virando uma epidemia e isso ocorre em consequência da epidemia da obesidade”, afirma a endocrinologista. E a obesidade, segundo Mônica, é decorrente da mudança na dieta das pessoas, que comem cada vez mais gorduras saturadas e alimentos processados, em detrimento das fibras dos vegetais e de toda uma alimentação balanceada e saudável.

A equipe de Carter sugere que os vegetais de folhas verdes são úteis porque são ricos em antioxidantes e magnésio. Porém, a equipe admite que é preciso realizar mais estudos para sustentar essa afirmação. O que é indiscutível a respeito da doença é que a alimentação saudável aliada à prática de exercícios físicos são formas comprovadas no combate e na prevenção da doença.

“Para desenvolver o diabetes do tipo 2 a pessoa precisa ter uma predisposição genética, mas é mais um resultado dessas questões do ambiente, principalmente o sedentarismo e a dieta incorreta. A obesidade facilita o quadro da doença, mas uma pessoa magra, que tenha tendência à desenvolvê-la e seja sedentária também tem risco aumentado”, destaca a endocrinologista. “Já a diabetes do tipo 1 não está relacionada com o hábito alimentar. É uma doença auto-imune, um defeito do sistema imunológico”, esclarece.

A dosagem da glicose no sangue deve ser feita regularmente

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 220   milhões de pessoas são afetadas pela doença, que mata mais de um milhão de pessoas por ano em todo o mundo. À medida em que a taxa de obesidade aumenta, o número de mortes poderá dobrar entre 2005 e 2020, ainda segundo a OMS.

Os sintomas clássicos da doença, como urinar muito, beber muita água e emagrecer, podem levar até cinco anos para aparecer, “pois isso só acontece quando os níveis da glicose no sangue já são muito elevados”, explica Mônica. “50% das pessoas que tem diabetes não sabem que têm a doença. Se você não sente nada, acha que não tem doença nenhuma”, alerta. (Ouça a entrevista de Mônica Costa).

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Reabilitação e tonificação muscular: Pilates ganha espaço entre a população de Juiz de Fora

Por Renata Delage

Quando praticamos um esporte, certamente buscamos benefícios. Ter o físico desejado ou melhorar a qualidade de vida, trazendo benefícios à saúde do corpo e da mente são exemplos do que o exercício físico nos proporciona. Para algumas pessoas aliar o condicionamento físico à reabilitação corporal em um só esporte pode ser uma excelente ideia. O pilates é uma técnica que ganha espaço entre a população de Juiz de Fora à medida em que suas propriedades vão se tornando conhecidas.

A técnica, que visa trabalhar o corpo inteiro, tem ainda como objetivos não somente condicionar, preparar o organismo, mas também reabilitar, restaurar algo que esteja indesejado no corpo. Segundo o fisioterapeuta e professor de pilates João Victor Martins de Melo, os exercícios “proporcionam o aumento do tonus muscular, o que é essencial a uma boa postura e ajuda na melhora que qualquer quadro de dor, beneficiando, ainda, a melhora do equilíbrio, do relaxamento do corpo e do poder de concentração”.

Equilíbrio e concentração são fundamentais na prática do exercício

E a concentração é o único pré-requisito para se praticar o esporte. A atividade pode ser feita por qualquer pessoa. Os exercícios são aplicados de forma específica, de acordo com os níveis de condicionamento do praticante e com os resultados que visa alcançar. A estudante de arquitetura Júlia Garbero pratica o pilates há dois anos e, segundo ela, “os exercícios tonificam o corpo, além de terem melhorado muito a minha resistência, postura e respiração. Já fiz Yoga e RPG também, mas, no meu caso, o pilates acabou sendo o mais indicado”.

Pilates, RPG (Reeducação Postural Global) e Yoga são técnicas bastante distintas, segundo o fisioterapeuta. “Embora tanto pilates quando RPG sejam indicados para o alívio de dores e tensões, são diferentes, pois o RPG é uma técnica passiva, o fisioterapeuta movimenta o corpo da pessoa, enquanto o pilates é uma técnica ativa, a pessoa deve executar todos os movimentos”, explica João Victor. Já a Yoga trabalha mais a flexibilidade corporal e a energia interior.

Profissionais precisam auxiliar a prática de alguns exercícios

“No pilates, temos como base que todos tem um centro corporal, que corresponde ao abdome, região tóraco-lombar e glúteos. Se essa região estiver tonificada, qualquer movimento vai sair bonito, fluido e de forma adequada”, argumenta. (Ouça a entrevista com João Victor de Melo).

A sessão de pilates é recomendada de uma a três vezes por semana e os preços da prática na cidade variam de 60 a 170 reais mensais, de acordo com o lugar e a quantidade de aulas frequentados.


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Arte de contar histórias transforma imaginário de crianças de escolas municipais

Por Renata Delage

Basta olhar para os olhos atentos e para o sorriso tímido que a cada nova história contada estampa o rosto das crianças para compreender o que apenas alguns minutos de magia são capazes de fazer. Quando perguntamos para Matheus Castro, de oito anos, o que ele achou da apresentação de contação de histórias, a resposta é dada de forma espontânea: “Eu adorei tudo!”.

Contadores cantam, tocam e levam magia às crianças

A escola frequentada por Matheus é uma das 50 instituições municipais que serão visitadas pelos Contadores de Histórias Estação Palco. O projeto, que começou no dia 11 de agosto deste ano, é financiado pelos recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura Murilo Mendes.

O repertório escolhido é composto por lendas e canções do folclore brasileiro. Histórias como a da mula-sem-cabeça, do negrinho do pastoreio e a do homem do saco, que sempre estiveram presentes no imaginário infantil, são recontadas de forma dinâmica e conseguem atingir crianças e adultos. “Não existe idade para ouvir ou contar histórias”, declara a produtora do grupo e contadora de histórias Cintia Brugiolo.

Para enriquecer a apresentação, o Estação Palco, além de interpretar as canções, utiliza diversos instrumentos de percussão e preenche o repertório de sons. “A ideia é fazer com que o público participe, se sinta dentro da história”, explica a contadora Talita Garcia.

O resgate da oralidade

Em 22 de agosto é comemorado o Dia Nacional do Folclore e o resgate das tradições e da cultura popular é um dos intuitos dos Contadores de Histórias. “A importância da oralidade é algo que vem sendo muito discutido”, ressalta Cintia.

A arte de contar histórias é uma das mais antigas das quais se tem registro. Os costumes e lendas de cada povo e região sempre encontraram na oralidade uma forma constante de renovação. As tradições eram mantidas da forma mais simples: o avô ensina para o pai, o pai ensina para o filho, e ciclo nunca se desfaz. “Precisamos sim resgatar as nossas histórias, que muitas vezes são deixadas de lado em meio a tanta tecnologia. Pois é através delas que formamos a nossa identidade”, destaca Cintia.

Na E.M. Santa Cecília, mais de 100 crinaças assistiram à apresentação

A maneira de contar varia de acordo com o perfil de quem a escuta e carrega os traços da individualidade do contador. As histórias se destacam pelo seu aspecto lúdico, essência do trabalho. A diversão é uma forte característica e permeia todas as ações.

Outro importante aspecto valorizado pela contação é a possibilidade de utilizar as histórias como instrumento eficaz para o aprendizado dos alunos. Aliar a arte de contar ao ensino é uma excelente estratégia, segundo a diretora de escola municipal Sandra Oliveira. “Divertindo, a contação de histórias desperta o interesse pela leitura e estimula a imaginação através da construção de imagens interiores”, conclui.

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