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Gestão do DCE tira caixa do vermelho

Por Tamires Freitas

O Diretório Central dos Estudantes (DCE) é a instituição responsável por defender os interesses doa alunos da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Para realizar esse trabalho, ter estrutura financeira é fundamental. Deste modo, a instituição vem evoluindo durante os últimos anos e, segundo o fluxo de caixa, tem atualmente mais de 4 mil reais.

No entanto, a situação há dois anos não era das melhores. No ano de 2009, a Gestão “Sempre Em Frente” teria deixado o caixa no vermelho, com cerca de 3 mil reais de dívidas, segundo a atual coordenadora do DCE, Mirelly Cardoso. Tesoureira da Gestão “Um Novo Enredo,”, que assumiu logo depois, Mirelly afirmou que, além das dívidas, várias pendências e notas não deixaram as contas daquela gestão serem aprovadas. Por sua vez, a gestão “Um Novo Enredo” conseguiu levantar fundos e fechou seu caixa no ano passado, com 1236 reais, positivos.

Posteriormente, veio a gestão “Outra Palavras”. Segundo o balanço financeiro divulgado no último Conselho de Da´s e Ca´s (Concada) realizado no início de abril, o caixa do DCE conta com mais de 4 mil reais. Segundo a atual coordenadora da gestão, Mirelly Cardoso, o DCE não recebe ajuda financeira de nenhum órgão e teve de se movimentar para tirar o caixa do vermelho. “Em ambas as gestões em que participei, tivemos de realizar eventos, como calouradas e festas, para conseguir dinheiro. Os patrocínios também nos ajudaram muito”, afirmou.

Balanço atual depende de aprovação

Embora tenha conseguido melhorar financeiramente seu caixa, o DCE enfrente problemas para validar o atual balanço. Segundo a tesoureira da gestão “Outra Palavras”, Fabíola Paulino, “faltou o quórum necessário para que as contas fossem aprovadas”. Segundo Mirelly Cardoso, é importante mostrar à comunidade acadêmica as contas do diretório. “Temos esse compromisso de prestar contas, mostrar de onde saíram nossos recursos. O dinheiro que está aqui não é do DCE e sim dos alunos. Usamos tudo em prol deles”, completou.

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Futuro do Tupi segue cheio de indefinições

Por Tamires Freitas

Campanha irregular, eliminação precoce no Campeonato Mineiro e relação estremecida com o torcedor. Esse é o Tupi da temporada 2011, que não emplacou. Em 11 jogos foram quatro vitórias, quatro derrotas e três empates, que deixaram a equipe fora das semifinais do Estadual e sem a vaga para a disputa da Série D do Campeonato Brasileiro. Deste modo, o Galo ainda não sabe o que irá fazer no segundo semestre.

Galo treinando em 2011: esta cena pdoe se repetir só no ano que vem

“Os contratos dos jogadores se encerram no próximo dia 1° de maio. Com isso, todos eles estarão liberados para negociar com outros clubes e seguir seu caminho”, afirmou o vice – presidente do Tupi, José Roberto Maranhas, que disse que não há definição sobre o futuro do clube na temporada.

Há duas possibilidades para o clube de Santa Terezinha. A mais clara é a disputa da Taça Minas Gerais. A competição, vencida pela equipe Carijó em 2008, dá vaga na Copa do Brasil do ano que vem. No entanto, Maranhas não demonstra entusiasmo com a ideia. “A princípio, disputar esta competição não nos interessa. Mas vamos nos reunir nos próximos dias, pensar bem a respeito e montar um planejamento, caso isso seja definido”.

A outra possibilidade é mais remota. América de Teófilo Otoni e Villa Nova garantiram presença na Série D do Brasileirão, deixando o Galo de fora. No entanto, em 2009, o Tupi também não havia conseguido a classificação pelo Estadual e contou com a desistência de um rival, por motivos financeiros, para disputar a competição nacional. “Estamos cientes de que isso pode acontecer e estamos ligados para qualquer novidade em relação a isso. Por enquanto, não há nada de concreto e temos de esperar”, completou Maranhas.

Vice presidente, José Roberto Maranhas, disse que futuro do clube na temporada ainda não está definido

Desta forma, o Tupi ficará com as atividades do time profissional paralisadas, até que haja alguma definição dos clubes que disputarão a Série D e da diretoria, em relação à Taça Minas Gerais.

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Doação de sangue: a prática precisa ser tornar comum

Por Tamires Freitas

O Hemominas de Juiz de Fora busca voluntários para doação de sangue. O banco de sangue da cidade conta hoje com um nível bem abaixo do considerado ideal pela Organização Mudial de Saúde (OMS).  Segundo uma das organizadoras de campanhas da instituição, Kelli Borges, os moradores da cidade não têm o hábito de doar sangue. “Para tentar manter um nível seguro de estoque de sangue no banco local, o Hemominas de Juiz de Fora realiza campanhas até em outras cidades da região”, explica.

Hemominas de Juiz de Fora está com um estoque abaixo do considerado ideal pela OMS

Não é preciso esperar campanhas para doar. Leonardo Bravo, estudante de 21 anos, foi até a sede do Hemominas para fazer sua doação. O incentivo veio do trabalho. “Sempre achei uma ação importante. Agora que comecei, pretendo doar mais vezes. E o melhor de tudo é que não demora muito e não sentimos nenhuma dor durante o processo”, conta o estutante.

De acordo com a enfermeira da Agência Transfusional do Hospital Universitario, Valesca Reis, “a demanda por sangue hoje no mundo é muito grande, devido aos avanços da medicina, mas o número de doadores não acompanhou esse avanço com crescimento“. Ela chama a atenção para a importância de se ter doadores fiéis, que não doem apenas para familiares e parentes: “Não se sabe se um dia você vai necessitar de uma doação, por isso é importante ser voluntário e solidário sempre”.

Para doar, deve-se ter entre dezoito e sessenta e cinco anos, pesar mais de cinquenta quilos e não estar em jejum. O ideal também é que não se tenha ingerido alimentos gordurosos nas últimas quatro horas e tenha dormido pelo menos seis horas na noite anterior.

Não pode doar quem tenha feito tatuagem, piercing ou acupuntura há menos de um ano. Mulheres que estão grávidas ou amamentando e pessoas que ingeriram bebidas alcoólicas nas vinte e quatro horas que antecedem a doação também não podem ser doadores. Todas as restrições são determinadas por normas técnicas do Ministério da Saúde, e visam a proteção não só do doador, como também de quem vai receber o sangue.

O Hemominas de Juiz de Fora funciona na Rua Barão de Cataguases. As coletas são feitas de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h. Nos sábados, as doaçoes podem ser realizadas das 8h às 11h. Quem for fazer uma doação deve levar um documento de identidade oficial e com foto.

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