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Quaresma divide opiniões sobre as formas de jejum

Por Erik Chaves 

“Quando chega a Quaresma sempre fico na dúvida se pratico ou não a penitência. Tinha o costume de não comer carne nesta época, mas este ano será diferente. Apesar de ter sido batizada e ter feito a primeira comunhão, praticamente não vou à missa. Por isso, acho que não faz sentido seguir as regras estabelecidas pela Igreja Católica. Para mim, o importante é ajudar o próximo e procurar sempre fazer coisas boas”, declarou a estudante da Universo, Gabriela Leão, de 24 anos.

Embora algumas pessoas não realizem o jejum na Quaresma, é possível encontrar diversos fiéis, que seguem à risca os conselhos da Igreja Católica. A aposentada Marieta Neves, de 61 anos, vai à missa, diariamente, no Bairro São Mateus e defende a prática da penitência: “A Quaresma é um período de reflexão, oração e preparação, e o jejum é uma arma fortíssima para a oração. Para mim, realizar a penitência é fundamental para a pessoa ficar bem com ela mesma, além de ser um sinal de fé e respeito com Jesus”. A forma de jejum feita por Marieta é não comer carne em nenhum dia durante a Quaresma e também não tomar refrigerantes. “Eu gosto bastante de guaraná, mas nesta época eu não tomo de forma alguma. Pode parecer fácil, mas, para mim, não é. Por isto, considero um tipo de sacrifício”, contou.

Nada de cigarro, nem de cerveja para Michel durante a Quaresma

O estudante da Universidade Federal de Juiz de Fora, Michel Pereira, de 20 anos, aproveita a época para cuidar da saúde. “Durante a Quaresma eu não bebo e nem fumo. Além de ficar bem espiritualmente, também me torno uma pessoa mais saudável”, afirmou. Já o comerciante Thomas Carvalho, de 53 anos, realiza o jejum durante o ano inteiro. “Não como carne em nenhuma sexta-feira do ano. Acho que, pelo menos na Quaresma, as pessoas deveriam praticar alguma forma de penitência”, disse.

Tempo da Quaresma

Das festanças carnavalescas para a religiosidade da Quarta-feira de Cinzas. Este é o início da Quaresma, que dura 40 dias e termina na Quinta-feira Santa. Durante esta época, os católicos celebram os dias em que Jesus Cristo passou no deserto em oração, se preparando para suas missões.

Missa de Quarta-feira de Cinzas em Juiz de Fora

De acordo com o Padre Tarcísio, da Paróquia de São Mateus, o período é reservado para a reflexão e conversão espiritual. “O católico deve se aproximar de Deus. A Igreja propõe quatro maneiras de educar as pessoas para a fé: através de penitências, do jejum, da oração e da esmola”, declarou.

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Das favelas para o brejo

Traficantes cariocas em fuga podem parar em Juiz de Fora

Por Luiz Felipe Saleh

Dois complexos de favelas do Rio de Janeiro foram dominados pela ação conjunta das polícias federal, militar e civil, além do Exército nas últimas semanas. É um momento de paz nesses territórios, já que, ao que tudo indica, todos os traficantes foram mortos, presos ou fugiram. Mas, se para os moradores do complexo do alemão e do complexo da Vila Cruzeiro o momento é de paz, para os moradores das cidades próximas o clima é de tensão.Confira imagens da ação conjunta das polícias contra o trafico de drogas no Rio de Janeiro:

Para coibir a entrada de traficantes foragidos do Rio em Minas Gerais, a Polícia Rodoviária Federal, em operação conjunta com a Militar e a Civil começou a “Operação Fronteira”. O inspetor da Polícia Rodoviária Federal, Walace Winchansky explica o que é a operação:

Quanto ao risco de invasão dos traficantes, o Inspetor Winchansky tranqüiliza a população:

Além das rodovias, existem outras formas de fuga para os bandidos do Rio. O primeiro suspeito ligado ao tráfico nas favelas cariocas em terras mineiras chegou de trem. O bandido, que era responsável pela fabricação de armas, embarcou em um trem de carga, na cidade de Barra Mansa, interior do estado do Rio, e foi encontrado pela polícia mineira em Barbacena (100 km de Juiz de Fora).

Caminho entre Barra Mansa e Barbacena

Além deste caso, as polícias de Juiz de Fora estão atentas a qualquer suspeita. No inicio da semana a Polícia Militar esteve no bairro Marilândia averiguando uma casa, suspeita de abrigar traficantes cariocas. Veja as imagens:

Apesar das suspeitas, nenhum indício da vinda dos traficantes cariocas para Juiz de Fora foi confirmado.

 

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Veio e vem chuva aí

Defesa civil espera período de chuvas mais tranquilo este ano

Por Luiz Felipe Saleh

O período mais chuvoso do ano em Juiz de Fora começou. Junto com ele, a preocupação com alagamentos e desabamentos vem à tona. Tentando antecipar as tragédias que acontecem todos os anos, a defesa civil de Juiz de Fora começa sua atual campanha com um novo lema. Antes a frase “vem chuva aí gente” era a forma de alertar a população para os cuidados com tempestades. Desta vez “cidade prevenida, população protegida” estampa os anseios dos moradores que há um ano viram mortes e destruição, pouco podendo fazer para se proteger.

As nuvens começam a aparecer e rapidamente viram chuva

Não foi somente a frase da campanha de prevenção que mudou este ano. Enfrentando seu primeiro período de chuvas fortes como superintendente da Defesa Civil de Juiz de Fora, o Major José Mendes da Silva destaca que as ações serão direcionadas aos moradores de áreas de maior propensão a alagamentos e desabamentos. Terminado no mês de julho deste ano, as pesquisas sobre as áreas de risco alcançaram, pela primeira vez, todo o território de Juiz de Fora. Foram dois meses para mapear os 1.429 quilômetros quadrados do município. “Com essas informações mais precisas, temos maior possibilidade de antever tragédias e salvar vidas” afirma o Major Silva.

Foto: Carlos Mendonça, Janeiro de 2010

A vendedora, Sueli Campos, moradora do bairro Linhares não acredita que irá ser diferente este ano. Nos últimos cinco anos, a parte onde está sua casa fica alagada e são muitos prejuízos com móveis e eletrodomésticos. Para dona Sueli, somente obras de melhoria na rua e no córrego do Young, que passa ao lado de sua casa, podem resolver o problema. Quanto a isso, a Secretaria de Obras de Juiz de Fora informou que estão previstas intervenções na região. Segundo a secretaria, as obras da “NOVA JUIZ DE FORA “ foram planejadas, também, para evitar alagamentos e outros problemas decorrentes das chuvas. Mesmo com a promessa, Dona Sueli afirma que não vai ficar de braços cruzados quando a primeira tempestade chegar: “Estamos aprendendo a minimizar as perdas. Todo ano é isso, eles prometem e não fazem nada” afirma.

Investimento em infraestrutura na cidade

São muitos os problemas a serem resolvidos durante as chuvas, mas as ações feitas em áreas de risco anteriormente podem garantir mais segurança aos moradores. Ano passado, foram pouco mais de mil ocorrências, sendo 20% com maior gravidade. A zona leste da cidade é a que mais sofre e consequentemente foi a que mais recebeu atenção dos órgãos municipais e nacionais, como o investimento do ministério das cidades em infraestrutura.

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Pato Fu toca musicas de brinquedo


Por Luiz Felipe Saleh

O público que lotou o Cine-Teatro Central pôde recordar bons momentos da infância ao som divertido da banda de Belo Horizonte, Pato Fu. Com instrumentos de brinquedo, os músicos John Ulhoa, Ricardo Koctus, Lulu Camargo, Xandi Tamietti e Fernanda Takai fizeram um show diferente. Mesclando músicas próprias e grandes sucessos nacionais e internacionais, o show impressionou pela habilidade dos músicos de lidar com instrumentos inusitados e, na maioria dos casos, tão pequenos.

A idéia de fazer um disco com instrumentos de brinquedo existe desde quando a banda foi formada mas, segundo a vocalista Fernanda Takai, o sonho foi adiado em 18 anos por alguns motivos: “Não realizamos este projeto antes por achar que não estávamos prontos. Sempre foi uma vontade, mas era um desafio muito grande e queríamos consolidar a banda antes”, afirma Fernanda.

Tudo parece uma grande brincadeira quando se curte o show. Mas para que desse certo, muito trabalho foi feito, principalmente para encontrar os instrumentos exatos e combinar seus “ruídos”. Dezenas de lojas e centenas de brinquedos foram exaustivamente testados. “De tudo se tira som, mas nem todos os sons combinam. No final, deu trabalho, mas é maravilhoso ver no rosto das pessoas que a música mexeu com elas”, afirma o guitarrista John Ulhoa.

Outro elemento de destaque no disco são as vozes doces e infantis de Nina Takai, Matheus D’Alessandro e Mariana Devin. Nina é filha de Fernanda Takai e John Ulhoa. Já Matheus é o pequeno cantor que mora na casa ao lado e Mariana é sobrinha de Fernanda e John. Juntos os pequenos são, o que podemos chamar de “a cereja do bolo” no álbum “Músicas de Brinquedo”. Infelizmente, e até por motivos óbvios, as crianças não participam da turnê.

Não é a primeira e muito menos a última vez que a banda de Fernanda Takai e John Ulhoa visita Juiz de Fora. Neste ponto o casal é unânime: “É muito bom vir tocar em Juiz de Fora. Sempre somos bem recebidos aqui e o astral do público é ótimo”. Eles também lembram que, no site da banda, podem ser vistas imagens das gravações do disco.

O site da banda é: www.patofu.com.br

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Governo de Minas lança programa de combate à dengue

Por Igor Simões

O período de chuvas chegou, e com isso volta a crescer a preocupação com a dengue. O governador Antonio Anastasia lançou o Programa Estadual de Controle Permanente da Dengue. Um conjunto de ações, reunindo o esforço do Governo de Minas, Exército, Aeronáutica, Ministério da Saúde, prefeituras e sociedade no enfrentamento à ameaça de uma grande epidemia da doença no Estado.

Entre as ações está a criação de uma Força Tarefa formada por cerca de 400 profissionais e voluntários. O Governo de Minas investirá no programa R$ 60 milhões até junho de 2011. Confira a entrevista com o governador Antonio Anastasia no lançamento do programa.

A Força Tarefa atuará nos 20 municípios mineiros que concentram o maior número de casos de dengue (63,33%). São eles: Belo Horizonte, Betim, Montes Claros, Juiz de Fora, Contagem, Teófilo Otoni, Ribeirão das Neves, Sete Lagoas, Carangola, Unaí, Paracatu, Divinópolis, Uberaba, Uberlândia, Sabará, Curvelo, Santa Luzia, Patos de Minas, Passos e Manhuaçu.  De acordo com o Ministério da Saúde, Minas Gerais está entre os estados brasileiros com alto risco de enfrentar a doença no próximo verão.

Juiz de Fora

Pela primeira vez na história, Juiz de Fora vive uma epidemia de dengue. Até agora são 9.439 casos, 20 vezes mais do que em todo o ano passado. A Força Tarefa quer evitar que em 2011 a epidemia se repita e ainda de forma mais grave. Na cidade já foram registradas 17 mortes em 2010, quatro por dengue hemorrágica. O pior é que esse quadro pode se repetir.

Em outubro, o Levantamento Rápido do Índice de Infestação de Aedes aegypti (Liraa) chegou a 2,12%. O ideal, segundo o Ministério da Saúde, seria 1%. O secretário de Saúde, Cláudio Reiff, diz que a área é prioridade e registra um quadro preocupante. Situação mais complicada é nos bairros Manoel Honório, Nossa Senhora Aparecida e Linhares, que o índice atinge a marca de 2,12. A Zona Norte também tem índice alto: Benfica está com 2,04 e São Judas Tadeu com 1,11.

Ações e Inovações

Cerca de 700 pessoas começaram no início de dezembro o trabalho de força tarefa no combate ao Aedes aegypti. A ação conta com o reforço do Exército brasileiro. Foram treinados 80 soldados, que também conta com o apoio de 26 agentes da Fundação Nacional de Saúde, 152 agentes de saúde e 421 agentes comunitários. Esta é a melhor época para o combate ao mosquito da dengue, porque a maioria dos insetos está na fase de larva.

Outra ajuda é o caminhão tanque, batizado de Dengue Móvel. O veículo começou a circular recolhendo objetos que possam acumular água. Em troca, o morador recebe material escolar. Vários bairros serão visitados.

Desde junho, os agentes do Departamento de Vigilância Epidemiológica visitaram 125 bairros de Juiz de Fora e eliminaram mais de 19 mil focos do mosquito transmissor da dengue. Número que poderia ser maior, já que cerca de 20% das casas não receberam tratamento.

O Governo acredita que com apoio de personalidades, a população intensificará o combate à dengue.

 

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Dilma Rousseff deve ter maioria durante governo

Por Igor Simões

No dia 31 de outubro de 2010, o Brasil elegeu Dilma Rousseff para presidente. Menos de três horas depois de as urnas confirmarem sua vitória, a primeira presidenta eleita da história já começou a preparar sua equipe para a transição de governo. O primeiro passo foi convocar seus aliados mais próximos para uma reunião privada.

Dilma convidou para a conversa os coordenadores de sua campanha Antônio Palocci, José Eduardo Dutra e José Eduardo Cardozo. Além deles, foram chamados também o ex-prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel (PT), e o assessor Giles Azevedo. O nome mais forte dessa transição é Antônio Palocci que, oito anos atrás, comandou a transição entre as administrações de Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva. O mesmo aconteceu nessa primeira semana de novembro, Antônio Palocci voltou  ao mesmo prédio, o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), para iniciar a passagem entre os governos de Lula e Dilma Rousseff. Duas equipes vão cuidar dos trabalhos, cujo objetivo é evitar interrupções no funcionamento da máquina pública durante a troca de comandos.

O cenário que Dilma encontrará durante seu governo será bem mais favorável do que encontrou o presidente Lula. São 395 deputados federais, 60 senadores e 16 governadores do provável “apoio” para blindar o governo Dilma Rousseff.  Os números levam em consideração os partidos que formaram a coligação de apoio à petista, as legendas que atualmente dão sustentação política à administração Lula e também a tendência histórica de siglas nanicas se alinharem com a situação. É o chamado governo de coalisão.

Para o doutor em Ciências Políticas, Paulo Roberto Figueira Leal, o excesso de apoio pode ser prejudicial, pois a pressão de administrar as bases aliadas nos cargos principais e chaves do Governo será um desafio. Clique e confira a declaração do professor da Universidade Federal de Juiz de Fora.

Uma das pautas que já começam a ser discutidas nessa transição é o retorno da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). O governo Lula tentou o retorno da cobrança em 2009, mas viu um grupo de senadores de oposição derrubar o projeto que prorrogava o imposto. A taxa sobre a movimentação financeira rendia aos cofres públicos R$ 40 bilhões por ano. Resistência que, em tese, não deverá atrapalhar o mandato da ex-ministra da Casa Civil, que também deve obter apoio dos Governadores da Federação.

Veja a opinião do cientista político.

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Primeiro Plano – Festival de Cinema de Juiz de Fora e Mercocidades tem a “juventude” como principal foco

Ludimilla Fonseca 

O Primeiro Plano Festival de Cinema de Juiz de Fora e Mercocidades comemora em 2010 sua 9ª edição. O evento dá visibilidade, incentiva e premia longas e curtas de diretores estreantes e, neste ano, tem a temática “Cinemaginar”.

Nilson Alvarenga - um dos realizadores do evento

Nilson Alvarenga, professor doutor de

Cinema da UFJF e um dos responsáveis pelo festival, explica que, com este tema, o Primeiro Plano propõe uma reflexão sobre o papel que as inúmeras possibilidades da linguagem audiovisual e do cinema exercem na formação do imaginário dos jovens: “superando a relação de emissor-receptor, os espectadores hoje não só têm acesso a mais conteúdos audiovisuais em diferentes meios, como no Youtube,como são capazes de eles próprios criarem sua arte”. Nilson Alvarenga acrescenta que, atualmente, os conteúdos audiovisuais vão além das salas de cinema: “o imaginário vivido pelo jovem é mediado pela linguagem audiovisual, formando uma rede de comunicabilidade nunca antes pensada” 

Os filmes exibidos no festival são divididos em duas categorias competitivas: a nacional e a regional. Na segunda categoria, são admitidos vídeos em diferentes formatos e qualidades de produção. O curta vencedor da mostra regional é premiado com o “Incentivo Primeiro Plano” – um patrocínio para a realização de uma nova produção, no valor de R$5 mil.

Mariana Musse - vencedora do Prêmio Incentivo 2009

A vencedora do “Incentivo Primeiro Plano” de 2009 foi Mariana Musse. Ela e sua equipe tiveram um ano para produzir um novo curta, que foi apresentado na abertura do festival deste ano. “Dulia” é o nome do documentário que, segundo a diretora, “é um filme que não fala, mas expõe uma narrativa imagética sobre fé e envolvimento das pessoas com um objeto que é muito efêmero”. O curta foi gravado durante a Semana Santa em Ouro Preto. Antes da exibição de “Dulia”, Mariana Musse agradeceu à compreensão e o trabalho da equipe e afirmou que pretende seguir carreira no cinema e viabilizar outros documentários. O co-diretor Thomyo agradeceu ao público preocupado com arte e cultura: “o prêmio só existe porque o público incentiva o festival, que incentiva as novas produções.”

Corroborando com o tema “Cinemaginar”, foi criado o “Júri Jovem” – e esta é a principal novidade do Primeiro Plano 2010. Um processo seletivo foi feito com candidatos nas faculdades de Comunicação da UFJF, Estácio e CES. Os candidatos deveriam fazer uma crítica cinematográfica do curta “O cineasta, a menina e o homem sanduíche”, de Daniela Saba, que foi exibido no Primeiro Plano em 2009. A partir das análises das críticas, foram escolhidos três jurados. O júri é composto pelos alunos Alexandre Félix, representando a Estácio, Ana Clara Nunes, a UFJF e Ugo Leonardo, o CES. “Eu fiquei muito satisfeita porque tenho muito interesse em cinema e audiovisual, além de gostar muito de participar de festivais. Acho que isso vai ser muito importante para mim, por estimular ainda mais meu interesse pelo cinema”, afirma Ana Clara Nunes.

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