Webjornalismo

Quando sorrisos não bastam. O caso Maísa. Leia mais…

Anúncios

12 Respostas para “Webjornalismo

  1. daviferreira2

    Sobre as reflexões da hipemídia apontadas acima, é importante salientar o desenvolvimento da informática. Em especial as linguagem de programação da web, como o java script, e sua derivada, o action script utilizada na programação e leitura no flash player. Essas linguagens facilitaram o processamento da navegação, porque deixaram os dados, em espécial foto, vídeo e som; mais “leves”. Com isso o jornalismo on line ficou ainda mais barato e viável em relação ao conteúdo multimídia e na interatividade.
    Faço ainda uma ressalva: no tópico “Jornalismo na Internet o que é mesmo?” a pesquisa feita pelos estudiosos da UFBA pega uma amostragem de 2000 e 2001. De lá para cá muita coisa mudou nas linguagens e tecnologias que citei no paragrafo anterior. O Flash Player, por exemplo, evoluiu pelo menos 3 versões. Isso se reflete na facilidade com que os vídeos são colocados no ar hoje em dia, na interação e na capacidade de armazanamento cada vez mais fácil dos conteúdos, em especial os multimída. Considero por tando os dados dessa pesquisa desatualizados em relação ao contexto atual, porém servem como dados históricos intertessantes.
    Concordo em parte com João Canavilhas em relação a pirâmide deidada. Hoje em dia, cada pessoa consegue configurar seu próprio mundo virtual de acordo com seus interesses e convicções. E é assim que o sujeito navega. Porém, acredito que a página raíz das matérias ainda tendem a ter o “topo” da pirâmide com links em que o usuário escolhe o nível de aprofundamento que ele deseja explorar. Com tudo, concordo pelanemente que não é a mesma coisa que um jornal impresso e que a interatividade da rede influência diretamente na linguem utilizada no jornalismo online (ou webjoralismo, ou como preferir chamar). É uma linguagem multimídia, convergência tecnolóigica da hipermodernidade.

  2. kahan23

    Aproveitarei que Marcos Palácios citou MCluhan em seu artigo para lembrar que o meio é a extensão do corpo do homem, a TV dos olhos, o rádio dos ouvidos … considero então a web uma extensão do corpo todo. O texto “Jornalismo na internet, é o que mesmo?” diz que a web não contempla todas as práticas jornalísticas, mas afirmo ser extensão do corpo todo uma vez que: viajamos pelo mundo pela internet, vemos filmes, escutamos música, …, apenas nosso cérebro é capaz de linkar pensamentos e idéias através de uma congruência de assuntos ou interesses como acontece na web. Nela, como afirma o artigo, Jornalismo e Reflexão em Hipermídia, temos espaço para praticar e refletir sobre todas as modalidades de jornalismo e, o melhor de tudo é o campo de recepção, infinitamente aberto, no qual como afirma Dominique Wolton, “TODOS” escrevem para “TODOS”. A palavra “TODOS” sugere democracia na web e, é o que podemos ver no artigo “Jornalismo na web: ilusões democráticas?”, que trata do tema refletindo sobre a oportunidade dos publicadores e o mal uso de alguns usuários “comentadores”. Fica aqui então um outro ponto: Como a rede é democrática, se a maior parte da “massa” não tem acesso ao computador?

  3. vwerneck

    Ainda é algo que preciso entender de forma mais precisa, mas a história da pirâmide deitada realmente me parece desnecessária. Pelas leituras dos textos indicados, me parece que falta fragmentação no modelo de Canavilhas. Como Pierre Levy comentava no texto sobre os 3 tempos do espírito… se já houve um tempo cíclico, outro linear e outro com pontos, é fato que agora temos um bem fragmentário.

    A pirâmide deitada de Canavilhas ainda estimula uma percepção cônica da inernet, como se os links estivessem de maneira geral dispostos abaixo de um guarda-chuva. Eu não consigo ver web assim. Até entendo a tentativa de fazer o “webjornalismo” com isso em mente, mas acredito que a “webleitura” (leitura no sentido estruturalista) seja muito mais fluida em um usuário mediano do que o proposto na pirâmide deitada. A multitarefa bem ao gosto do pósmoderno aliada à capacidade de resposta aumentada dos processadores, faz com que muitas vezes o usuário faça diversas atividades no computador: além de e-mail, trocador de mensagens e ouvir músicas, ele pode estar navegando em várias páginas em um sistema de abas esperando um vídeo carregar. Estabelecer um fluxo de leitura provável vai de encontro a esse fato.

    Mas sem dúvida é um tema que merece pesquisas + aprofundadas. De fato, qual é o usuário mediano? O que ele faz no computador? Quantas páginas ele lê ao mesmo tempo? Sem direcionamentos para pesquisas, qual percurso que o usuário faz na internet?

    Por enquanto ainda acredito em um caminho bem fragmentário.

  4. Ana Maria

    Se o webjornalismo abre espaço para múltiplas possibilidades, os iniciantes nessa prática ficam perdidos com tanta “liberdade”. Links, fotos, animações, aúdio, vídeo, cores e diagramação. E todos esses caminhos em nome de uma informação mais completa, podem acabar se tornando confusos, e desinteressantes. Como agradar os olhos cansados de um internauta? Talvez após publicar a primeira matéria na rede, percebo que poderia ter feito mais, procurado informações menos burocráticas e mais interativas. Marcar o leitor pelos efeitos visuais e claro, pelo conteúdo da matéria. Uma vez que a web é mais flexível e permite outras figuras além da pirâmede, há de se ter criatividade, sem perder o objetivo, típico de qualquer forma de jornalismo.

  5. davidgomesfcm

    Destaco na prática do webjornalismo, a grande gama de recursos informativos que podem ser utilizados. Fotos, vídeos e sons complementam a mensagem. Links levam a outros mundos dentro do universo virtual. A informação é infinita,basta saber busca-lá.
    Em relação à leitura na web, e a história da pirâmide invertida, concordo com Vinicius Werneck, que diz que estabelecer um fluxo de leitura provável na web vai de encontro à sua característica multitarefa/multimídia. Penso que cada usuário, cada vez que acessar uma mesma página web, poderá fazer uma leitura por caminhos diferentes, de acordo com seu interesse no momento.

  6. GilbertoACS

    Olá,
    Sou professor de informática e internet do SENAC e editor do blog
    BlogalizeJá – http://blogalizeja.wordpress.com

    Estou produzindo minha 2ª websérie para ir ao ar nesta próxima sexta-feira(28/11/2008) e o tema será sobre WebJornalismo. Posso basear a websérie de acordo com os ótimos artigos do seu blog? A websérie contará com alguns vídeos do Youtube, mas uma referência como o seu blog pode dar mais credibilidade ao blog.

    Grato,

    Gilberto Caldeira

  7. marcos flavio

    GOSTARIA E EVIDENCIAR O PROTECIONISMO E OU PRECONCEITO COM CANDIDATOS VINDOS DE FORA DA CIDADE PARA PRESTAR PROVAS DE VESTIUBULAR NO CAMPUS DA UFJF UMA VEZ Q ESTA PROIBIDO A ACESSO A ONIBUS PARA OS LOCAIS DE PROVAS´POR DETERMINAÇÃO DAS AUTORIDADES QUE SE DIZEM GERENCIAR O ACESSO FAZENDO COM QUE OS CANDIDATOS SE SUBMETAM A UMA CAMINHADA DESNECESSARIA ENQUANTO AQUELES Q TRAFEGAM EM CARROS DE PASSEIO (PESSOAS LOCAIS) TENHAM TOTAL ACESSO, LEMBRO AQUI O DIREITO DE IR E VIR (ART. 5º CFRB) UMA VEZ QUE NO PRIMEIRO DIA DE PROVA FIZEMOS O PERCURSO, EM UMA DAS MAIORES VIATURAS DISPONIVEIS NA CIDADES SEM PROBLEMAS ALGUM.

  8. ROBSON CRUYZ

    QUERO RECEBER NOTICIAS DIARIAS

  9. Pingback: Destaques da Edição de 08/04 a 14/04 « Juiz de Fora Online

  10. Pingback: Destaques da Edição de 15/04 a 22/04 « Juiz de Fora Online

  11. Pingback: Destaques da Edição 13/05 a 19/05/2009 « Juiz de Fora Online

  12. Pingback: Destaques da Edição 20/05 a 26/05/2009 « Juiz de Fora Online

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s